quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.213.82

Módulo Material

:: Cadastros - Grupo de Coleta - Retirado do detalhe o sistema de peças/itens




- Incluído no assistente o filtro sistema de peças/itens como multselect 




:: Movimentos - Coleta de Preços - Assistente Gerador de Coletas de Preços de Peças/Itens.
                                                    - Relatório de Sugestão de Coleta de Preço.
                                                    - Adicionado opção de agrupar por grupo de coleta.
                                                    - Incluído a opção Grupo de Coleta. 



 - Coleta de preços - Assistente de Coleta: Possibilidade de selecionar o Grupo de Coleta (Fornecedores e Itens);



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Postos se adaptam ao S10, diz Fecombustíveis


ANP determina venda de diesel S10 por quatro mil estabelecimentos no País


A partir deste mês, quase quatro mil postos de combustíveis em todo o País estão obrigados a vender o óleo diesel S10, menos poluente e com apenas 10 ppm (partes por milhão) de enxofre.
A mudança atende às exigências da resolução da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A nova categoria de diesel entra no mercado para substituir o S50, que era uma etapa de transição obrigatória desde 1º de janeiro de 2012.
“Este é um processo mais tranquilo, sob o ponto de vista operacional. Onde havia o S50, todo o trabalho de adaptação já foi feito. Já estávamos recebendo o novo combustível desde dezembro passado”, destaca o diretor de postos de rodovia da Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes), Ricardo Hashimoto.
Segundo o executivo, em razão do baixíssimo teor de enxofre, o S10 exige maiores cuidados durante o manuseio, para evitar a mistura com outros combustíveis. “É preciso ter atenção em relação, principalmente, ao transporte entre a base distribuidora e o posto. Existe uma preocupação ambiental e temos que vender produtos com preço e qualidade”, explica.
Outra preocupação diz respeito ao treinamento dos funcionários, para não permitir o erro. “Quando chega no posto [o combustível S10], é preciso descarregar o produto no tanque certo. E, depois, na bomba, quando o caminhão chegar, é preciso ter a postura de perguntar qual o combustível desejado. Temos que primar por manter os equipamentos em ordem, ter disciplina”, afirma Hashimoto.
Em relação ao preço do S10, Hashimoto garante que, até o momento, não há notícias de aumento. “Isso não quer dizer que não vai haver acréscimo”, adverte. No entanto, ele explica que o S10 e o S50 têm preços diferenciados porque exigem mudanças em relação ao custo logístico e à segregação de tanques, linhas, caminhões e bombas. “Tudo isso exigiu investimento”, resume.
Para o restante do ano, as expectativas dos empresários são positivas. “Em 2013, a venda de veículos e caminhões deve voltar aos patamares normais e esperamos que o mercado cresça ainda mais, que seja criado um círculo virtuoso. Com mais veículos, os clientes vão buscar e mais posto vão aderir”, diz o diretor da Fecombustíveis.
Em nota, a ANP destaca os benefícios do novo combustível no mercado. “Com a entrada do S10 no lugar do S50, haverá menos emissões de partículas nocivas na atmosfera e, portanto, menos danos ambientais. Além disso, o S10 traz vantagens na partida a frio, na redução da fumaça branca, na menor formação de depósitos e no aumento da vida útil do lubrificante”, destaca.
Ainda de acordo com a ANP, à medida que a frota circulante for renovada haverá uma melhora gradativa na qualidade do ar dos grandes centros urbanos. A Agência garante que, por substituir integralmente o diesel S50, os municípios antes abastecidos exclusivamente com o diesel S50 e as revendas varejistas, que comercializavam esse produto, também passarão a receber o S10.
Da Agência CNT de Notícias

Atenção redobrada no período das férias


Excesso de veículos e falta de experiência são algumas das dificuldades
Enquanto algumas pessoas se programam para viajar, descansar e viver momentos agradáveis ao lado da família durante as férias de final e início de ano, os motoristas de caminhão se preparam para encarar um período de estresse e atraso na entrega das cargas. O motivo é simples, as estradas ficam com maior volume de veículos de passeio e o carreteiro passa a dividir o seu "local de trabalho" com motoristas menos experientes e sem conhecimento suficiente para entender as limitações e comportamento de um veículo pesado.
O Código de Trânsito Brasileiro diz em seu artigo 29, inciso XII, parágrafo 2 do Código de Trânsito Brasileiro, que os veículos de maior porte são responsáveis pela segurança dos menores. Portanto, a assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal, destaca que como motorista profissional, cabe ao carreteiro o uso da direção defensiva e a paciência com os condutores que estão em viagem, embora estes também tenham o dever de dirigir corretamente e de forma segura.
Os carreteiros afirmam que justamente por conta de toda essa responsabilidade que eles têm, o desgaste físico é maior neste período, pois é preciso redobrar a atenção. Isso significa dirigir com mais cautela e principalmente se preocupando com os outros condutores, que muitas vezes parecem estar descompromissados com a segurança, desrespeitam a sinalização e o código de trânsito.
De acordo com a assessoria de imprensa da PRF o número de acidentes aumenta consideravelmente nesta época do ano, especialmente nas estradas de acesso ao Litoral e balneários. A imprudência dos motoristas, de acordo com as ocorrências registradas, é apontada como a principal causa dos acidentes de trânsito. O maior índice de fatores que incidem na ocorrência de acidentes de trânsito continua sendo a falta de atenção e o mal comportamento do motorista, agregado ao excesso de velocidade.
Os motoristas que se dispuserem a cooperar com o trânsito, para reduzir a violência nas estradas, devem permanecer atentos durante todo o tempo em que estiverem dirigindo e respeitar sempre as leis de trânsito, obedecendo e cumprindo as seguintes orientações (DG)
Dicas de segurança:
•Respeito aos limites de velocidade
• Não dirigir sob efeito de álcool ou substância de efeito análogo
• Não ultrapassar em local proibido
• Utilizar o cinto de segurança (todos os ocupantes, inclusive no banco traseiro), bem como assento adequado para crianças
• Conduzir motocicleta com segurança e utilizar os equipamentos de proteção adequados
• Maior atenção ao trânsito de pedestre, especialmente nos aglomerados urbanos
• Manter distância segura do veículo da frente
• Planejar a viagem, saber onde serão feitas as paradas de descanso alimentação e abastecimento do veículo
• Cumprir a legislação de trânsito
• Descansar no mínimo 30 minutos para cada 4 horas de viagem ininterrupta.


Fonte:www.ocarreteiro.com.br

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Atenção: Neblina nas estradas


Um dos grandes inimigos dos caminhoneiros é dirigir com neblina nas estradas. Esse fenômeno da natureza acontece com mais frequência no outono e inverno. A neblina provoca falta de visibilidade e os motoristas devem dobrar a atenção para que não provoquem acidentes, que em muitas vezes são graves.
As colisões traseiras são causadoras de acidentes graves e são principais ocorrências, junto com colisão frontal em pista simples, nesta época do ano, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal de São Paulo.
Outra situação típica são registros de saídas de pista e colisões contra objetos fixos.
neblina nas estradas

Prevenção de acidentes em dias de neblina

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, umas das maneiras de evitar acidentes em época de neblina são:
  • Faróis baixos e de neblina acesos;
  • Manter distância dos veículos que trafegam à frente e ficar atento aos que vem atrás;
  • Velocidade reduzida e lenta progressivamente antes de aproximar da área com visibilidade reduzida;
  • O espaço frontal livre tem que ser mantido na pista igual à metade do valor da sua velocidade de circulação, como por exemplo, 30 km/h e a distância frontal deve ser no mínimo 15 metros.

Outros cuidados na estrada

Os motoristas devem manter atenção em alguns componentes do caminhão:
Certificar que o sistema de iluminação está funcionando e nunca usar o facho alto durante o nevoeiro, porque ele reflete na neblina e a visibilidade fica mais prejudicada. Se não estiver boa a condição, é recomendável que os motoristas busquem um local seguro para estacionar e aguardar até que melhore. Portanto, é bom lembrar que nessas condições, o acostamento não é um local seguro para estacionar o veículo.
Fonte: O Carreteiro

Objetivo da norma do Euro V


Objetivo da norma do Euro V

A norma do Euro V tem como objetivo diminuir de maneira bem significativa as emissões dos poluentes dos veículos a diesel. Com a diminuição dessas emissões a poluição diminui, mas ainda não é a solução para todos os problemas. Todos nós temos que contribuir para o meio ambiente melhor.
Foi aprovado, também, a obrigatoriedade do dodiesel S-50 (50 partes por milhão de enxofre). Essa aprovação torna os motores Euro V mais eficientes e reduz em 90% as emissões.
Caso seja utilizado o diesel comercializado atualmente neste tipo de propulsor, o sistema avisa que há algo errado com o veículo. As montadoras estão se preparando para atender a esta nova fase do programa brasileiro de controle ao meio ambiente, ao trazer para o País sistemas utilizados atualmente na Europa.

Como funciona?

SCR (Selective Catalytic Seletiva)

A tecnologia SCR (Selective Catalytic Seletiva) trata o gás que é emitido pelo veículo antes de sair pelo escapamento. É utilizado o aditivo Arla 32 nesta tecnologia e submete o escapamento à alta temperatura e transforma-se em amônia e passa por um processo até transformar-se em nitrogênio e vapor de água, substâncias que não poluem o ambiente.

EGR (recirculação dos gases liberado pelo escapamento)

Outro sistema que poderá ser adotado é o EGR (recirculação dos gases liberado pelo escapamento), controla os óxidos de nitrogênio através da concentração de oxigênio na câmara de combustão e da absorção do calor. A expectativa é que com este tipo de sistema apenas 2% do gás seja liberado ao meio ambiente.
Para atender a nova norma, os veículos deverão também estar equipados com o (Diagnóstico de bordo), no qual a função é monitorar constantemente os sinais relacionados às emissões de poluentes e indicar ao motorista eventuais falhas que afetam as emissões.
Vale lembrar que os veículos fabricados até o dia 31/12 deste ano não precisam se adequar à norma. Há também previsão de aumento do valor dos veículos, cujo percentual não está ainda definido, mas acredita-se em reajuste entre 10% e 15%.
Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.212.81


Módulo Manutenção 

:: Relatórios - Operacionais - Atendimento Externo - Adicionada opção sintética e agrupamentos por natureza, horário, chassi e idade da frota. 



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Petrobras lança diesel menos poluente


Petrobras lançou, neste primeiro dia do ano, o Diesel S-10, que tem “ultra baixo teor de enxofre”, segundo comunicado divulgado pela companhia. O combustível, disponível em torno de 5,9 mil postos de serviço, sendo 2,4 mil deles da Petrobras, substitui integralmente o Diesel S-50. Segundo a estatal, os benefícios ambientais do diesel com baixo teor de enxofre são mais efetivos nos veículos produzidos a partir de 2012. Esses automóveis utilizam motores com tecnologia para redução de emissões veiculares atendendo a fase P7 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).
Além do teor de enxofre ainda menor, o novo Diesel S-10 tem número de cetano (medida de qualidade de ignição) 48 contra 46 do Diesel S-50 com benefícios de melhor partida a frio, redução de fumaça branca, redução na formação de depósitos e aumento da vida útil do óleo lubrificante que podem ser facilmente percebidos pelos motoristas.
O Diesel S-10 está disponível em 15 polos de venda e terá a oferta ampliada para 17 polos durante o primeiro trimestre de 2013, propiciando o abastecimento de 78 bases de distribuição espalhadas pelo país. A lista completa de postos Petrobras que comercializam o Diesel S-10, que inclui também os pontos de venda do Flua Petrobras (marca própria do Arla 32), está disponível no site www.br.com.br.
Fonte: OGlobo

Renovação da frota de caminhões é fundamental para redução de custos e acidentes


Com mais caminhões antigos em circulação, está comprovado que aumentam os índices de poluição, o número de acidentes nas rodovias, o consumo de combustível e os gastos de manutenção, entre outros fatores. A renovação dessa frota e a eficiência logística foram tema de debate nessa quarta-feira (28), em Brasília, durante o 1º Simpósio Brasileiro de Políticas Públicas para Comércio e Serviços (Simbracs).
Moderado pelo presidente da Seção de Transporte de Cargas da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Flávio Benatti, o debate contou com a apresentação do programa da CNT RenovAr – projeto que vislumbra consolidar mecanismos econômicos, financeiros e fiscais para estimular a renovação da frota brasileira de caminhões.
De acordo com a coordenadora de projetos especiais da Confederação, Marilei Menezes, o programa tem como uma de suas metas auxiliar principalmente os profissionais autônomos. “À medida que a frota envelhece, ela passa da mão da empresa para o caminhoneiro autônomo, que é justamente quem tem mais dificuldade para acessar o crédito e menos condições de trocar por um veículo mais novo”, afirmou.
Atualmente, 32% da frota de caminhões do país têm mais de 20 anos e 17%, mais de 30 anos. “A média de idade dos veículos dos autônomos é de 21 anos, enquanto o das empresas, 8,8 anos. Se implementado, o programa RenovAr, desenvolvido pela CNT em 2009, pretende retirar os caminhões com mais de 20 anos de circulação em até dez anos”, afirmou Marilei.
Na mesma linha, o assessor do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Samy Kopit, esclareceu que o órgão pretende facilitar o crédito aos caminhoneiros autônomos. “Dois programas estão em discussão. Um deles é a redução da taxa de juros para aquele que entregar o caminhão antigo para trocar por um novo ou seminovo. O outro vai atuar em conjunto com futuros centros de reciclagem. O caminhoneiro que entregar o caminhão nesses locais receberá um certificado e, com isso, terá direito a um crédito diferenciado junto ao BNDES”, explicou.
Segundo ele, os projetos ainda estão em fase de discussão e não têm previsão para sair do papel. “Precisamos agir rápido para estimular essa renovação. Entre janeiro e outubro deste ano, só desembolsamos pouco mais de R$ 14,5 bilhões em financiamentos de caminhão. No ano passado, esse valor foi de R$ 22,5 bilhões. Em 2010, foram mais de R$ 24 bilhões”, ressaltou, fazendo um paralelo com a redução do crescimento do PIB do país.
Ainda durante o debate, o diretor da empresa Júlio Simões Logística (JSL), Fernando Simões, defendeu mais investimentos na intermodalidade. “Hoje o transporte rodoviário é responsável por 61% do transporte total. O governo precisa agir mais rápido se pretende equilibrar com as ferrovias e hidrovias, como já foi anunciado. Só assim para conseguirmos reduzir o custo Brasil”, destacou.

Fonte: http://www.setcesp.org.br

O farol da intranqüilidade

Pode ser muito grave. E pode não ser nada. De repente, você nota uma luz de alerta acesa no painel. Nela, o desenho de um motor, ou o recado, recomendando uma visita imediata à oficina. E agora?
A dúvida é maior quando o motor, apesar do alarme, continua funcionando normalmente. Se você telefonar para a concessionária, a reposta será: “traga o carro imediatamente!”. Pronto: frio na barriga e calor no talão de cheques. Para muitos, a sensação é de que, a qualquer momento, o carro poderá estragar de forma irreparavelmente dispendiosa.
Aí, você comenta com um amigo tranqüilo e descobre que ele roda com a tal luz acesa há meses, sem que nada aconteça. Não teve tempo para ir ao mecânico, o carro continuou normal e ele acabou deixando a preocupação de lado. E tem até a história daquele que tapou o sinal com fita isolante, para não ser perturbado. Afinal, se o alerta não significa nada, para que serve?
Luzes que informam excesso de temperatura, problema no alternador ou queda na pressão de óleo são velhas conhecidas dos motoristas e todos sabem o que fazer quando elas acendem. Mas a do motor é diferente. Todos os carros modernos, isto é, que contam com um sistema de controle eletrônico da injeção e ignição, têm alguma luz de advertência para problemas no motor. E ela pode acender por várias razões.
Um problema comum, por exemplo, é o sistema de escapamento. Um sensor acusa que o carro está poluindo o ar. As causas podem ser várias, mas em geral isso não quer dizer que vá parar de andar de repente. Uma experiência pessoal: uma vez, a lâmpada de alerta de meu Vectra me fez visitar a oficina. O problema era um cabo de vela defeituoso – a vela funcionava mal e parte do combustível não era queimado. A sonda no escapamento detectou o problema e avisou o computador.
A tampa do tanque, se for mal colocada, também pode acionar o sinal de alerta. O computador pode detectar uma alteração na pressão dentro do reservatório. Esses são apenas alguns exemplos do que pode ocorrer. A central de controle do motor está constantemente verificando dezenas de parâmetros e comparando com dados que tem na memória. Se algum deles for diferente do que devia ser, a campainha toca.
O problema é que, para contar qual é o problema, é preciso conectar o computador a algum sistema informatizado. Hoje, nenhuma oficina confiável pode trabalhar sem a ajuda desses aparelhos de diagnóstico. E, mesmo assim, eles não dipensam a experiência do mecânico, que tem que interpretar os dados colhidos. No caso do meu Vectra, as causas da poluição no escapamento não foram especificadas e poderiam variar desde o uso de gasolina batizada a problemas numa válvula.
Numa oficina autorizada, fica mais fácil para o mecânico chegar às causas do problema. Ele tem acesso a manuais e referências do fabricante, com dados colhidos desde a fase do projeto até os relatórios de atendimento aos clientes. O mecânico independente depende mais de sua experiência e intuição.
Nas autorizadas, a solução pode ser rápida, mas em geral é cara. Uma concessionária jamais irá vacilar antes de recomendar a troca de um sensor de oxigênio, por exemplo, que pode custar várias centenas de reais. Seu mecânico do bairro poderá lhe dizer que, sem a troca, seu carro não irá deixar de andar. E que, se você quiser, é possível simplesmente desligar a incômoda lampadazinha. 

Fonte: http://autoestrada.uol.com.br

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Palhetas: visibilidade é segurança


Segundo a Associação dos Seguradores de Automóveis Européia, cerca de 20% dos acidentes automobilísticos se devem à má visibilidade. O fator mais importante é a falta de transparência do pára-brisas, invariavelmente causada por palhetas de limpadores envelhecidas.
A vida média de uma palheta depende de vários fatores, como a freqüência de uso, umidade e temperatura ambientes e presença de poeira no ar. Em média, uma palheta de limpador varre o pára-brisas um milhão de vezes por ano, percorrendo cerca de 1.300 km.
Segundo estudos de mercado, os motoristas japoneses são os que mais se preocupam com o estado do limpador de pára-brisa, trocando as palhetas, em média, uma vez por ano. Os europeus demoram, em média, 2,6 anos e os americanos, 3,8. Já os canadenses, apesar de enfrentarem um clima muito mais rigoroso, só se preocupam com as palhetas a cada quatro ou cinco anos. Não há números seguros sobre os motoristas brasileiros.
O custo de um par de palhetas varia, dependendo do carro, entre 20 e 40 reais, para veículos nacionais. Um valor que pode ser baixo, diante do que representa em termos de segurança. Há quanto tempo você não substitui as suas? 

Fonte: http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?file=ajuda&id=9

Pneus: não esqueça deles

Apesar das novidades, esses novos pneus também perdem os sulcos à medida em que são usados.
Enquanto a nova tecnologia não chega, o que você pode fazer pelos seus pneus é ficar de olho na banda de rodagem e checar a pressão com freqüência. Confira se a profundidade dos sulcos está dentro dos limites de segurança. Dentro dos sulcos, há pequenas barras de borracha para indicar o limite de desgaste sem riscos para a segurança. Quando essas barras ficam na altura da banda de rodagem, é hora de trocar os pneus.
Se você mora numa região onde chove muito, pode ser interessante trocar os pneus até antes deles atingirem o limite de desgaste. Sua sensibilidade também é importante: se você sentir que eles não transmitem confiança, troque-os o quanto antes.
É bom ver se não há outros problemas. Nunca ande com pneus que tenham rachaduras, cortes ou bolhas nas laterais. Se o desgaste da banda de rodagem for irregular, provavelmente as rodas estão desalinhadas ou há algum problema na suspensão. É preciso corrigir os problemas para evitar o desgaste prematuro pneus, que pode ser muito rápido.
Lembre-se, sempre, de que mesmo pneus novos perdem a aderência no piso molhado. Para guiar com segurança na chuva, ande mais devagar e aumente a distância em relação aos outros carros. Evite frear de repente e, se sentir que está perdendo o controle sobre a direção, alivie o acelerador. 

Fonte: http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?file=ajuda&id=10