quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.205.74


Módulo Manutenção

:: Movimentos - Revisões Sugeridas - Incluído a placa do veículo na grade de revisões sugeridas.


Resultado para impressão dos veículos selecionados:




:: Relatórios - Estatística de Serviços Realizados - Incluído o filtro de origem do serviço (Manutenção, Encerramento de Viagem e Atendimento Externo).


Resultado do relatório:





 Módulo Abastecimento

:: Relatórios - Operacionais - Abastecimento Avulso - Incluído a coluna para informar o Centro de Custo.



Módulo Material

:: Movimentos - Coleta de Preço - Possibilidade de informar a marca no item da coleta.



 Módulo Pneu
:: Relatórios - Operacionais - Alinhamento - Possibilidade de ordenar pelo número do veículo.



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Troca do Líquido de Arrefecimento


A troca do líquido de arrefecimento do veículo é um procedimento fundamental para manter a temperatura correta do motor e evitar a corrosão do sistema, o ressecamento prematuro de mangueiras e vedações, e outros sérios danos ao conjunto de arrefecimento.
A função do aditivo de arrefecimento é transformar a água num fluido adequado ao bom funcionamento e proteção do sistema de arrefecimento do motor. O líquido faz a troca de calor, ganhando calor quando passa pelo motor e perdendo ao passar no radiador.
Um sistema de arrefecimento funcionando corretamente, na temperatura ideal, só traz benefícios ao motor, que ganha em durabilidade, economia de combustível e desempenho e, consequentemente, tem menor nível de emissões. Por isso, deve-se efetuar periodicamente, conforme recomendações do manual do veículo, a troca do fluido de arrefecimento. Lembrando que existem vários aditivos para arrefecimento no mercado brasileiro, mas o correto é usar aquele recomendado pelo fabricante do veículo.
Fonte - http://www.guanabaradiesel.com.br/servicos/dicas-de-manutencao/#servicos

Fluidos - Proteção ao meio ambiente!

Os fluidos diversos usados para o funcionamento do veículo, bem como as peças que estiveram em contato com os mesmos (por exemplo: filtros), devem ser eliminados de modo que não causem danos ao meio ambiente.
Ao efetuar a troca de óleos e fluidos, o produto drenado deve ser coletado em um recipiente e levado a postos de troca de óleo ou postos de combustível para receberem destinação final adequada (por exemplo: reciclagem).
Para evitar problemas de poluição ambiental, nunca despejar o produto drenado na rede de esgoto ou diretamente na natureza (rios, lagos e/ou solo).
Fonte - http://www.guanabaradiesel.com.br/servicos/dicas-de-manutencao/#servicos


Lubrificantes - Perigo de intoxicação e lesões!


Os lubrificantes necessários para o funcionamento do veículo devem ser cuidadosamente manuseados para prevenir riscos à saúde. A proteção dos olhos e a higiene estão entre as medidas preventivas que devem ser observadas.
Entretanto, em caso de acidentes as seguintes providências devem ser tomadas:
  • Se o lubrificante atingir os olhos, lavá-los imediatamente com água corrente por 15 minutos. Se persistirem eventuais irritações, procurar auxílio médico;
  • Em caso de contato prolongado do lubrificante com a pele, lavar a parte atingida com água e sabão neutro. Em caso de irritação, consultar um médico;
  • Em caso de inalação, remover a vítima para um local arejado. Se os sintomas persistirem, procurar orientação médica;
  • No caso de ingestão de lubrificantes, se a vítima estiver consciente, dar água ou leite para beber. Não provocar vômitos, pois isto poderia provocar a aspiração do produto para os pulmões. Levar a vítima a um médico.
Fonte - http://www.guanabaradiesel.com.br/servicos/dicas-de-manutencao/#servicos

LER (Lesão por esforço repetitivo) um mal que afeta muitos motoristas.


O que é LER ?

É a lesão causada por atividades repetitivas e contínuas como dirigir um caminhão, e afeta muitosmotoristas devido ao longo tempo de permanência em uma mesma posição.
As condições ergonômicas são fatores que contribuem para a lesão que é quando o motorista aplica uma postura incorreta na direção ou mesmo quando o próprio veículo não possui um design apropriado para a condução, como posição incorreta dos pedais, banco inapropriado, painel e volante incompatíveis com o banco e veículos que apresentam direção mecânica, levando a esforços excessivos nas manobras do veículo são fatores que contribuem para a lesão.
A LER, instala-se lentamente no organismo humano e, muitas vezes, passa despercebida ao longo de toda uma vida de trabalho e quando é percebida já existe um severo comprometimento da área afetada.

Prevenção

Para evitar esta lesão basta seguir algumas orientações como:
- A cada duas horas de trabalho, interromper a atividade por dez ou quinze minutos para fazer uma caminhada ao redor do veículo (para alongar músculos, articulações, tendões).
- Dirija sempre com uma postura adequada.
Fonte - http://www.vwcaminhoeseonibusribeirao.com.br



Estabelecimento do plano de manutenção


 Os departamentos de manutenção geralmente adotam os planos preventivos 
recomendados pelos próprios fabricantes dos veículos, ou criam os seus a partir deles. 
  Estes planos quase sempre sugerem  inspeções, lubrificações e substituições 
periódicas de determinados componentes mecânicos. A vida útil dos itens dificilmente 
é fornecida e, quando indicada, situa-se completamente fora da realidade aplicável. 

Segundo GUERRA (1992) nas visitas técnicas realizadas em empresas com 
frotas de veículos, em algumas regiões do Brasil, a explicação dada pelos empresários, 
com relação à origem dos valores de quilometragem entre revisões preventivas, foi 
única:  empirismo. Todas as empresas visitadas  trabalham com múltiplos de 10.000 
Km para execução dos planos preventivos.  Este valor tem forte influência de um 
fabricante monopolizador do mercado nacional. 
  GUERRA (1991), afirma que considerável variação é percebida para os 
intervalos de troca de óleo lubrificante numa mesma cidade, onde se encontram  
empresas trabalhando com valores bem distintos para lubrificantes de classes iguais e 
condições de serviço equivalentes. Isso  porque poucas empresas adotam o uso de 
laboratórios para análise de óleo lubrificante com fins de pesquisa com relação a 
possível dilatação dos intervalos de substituição do fluido. Quando as análises 
ocorrem, são feitas apenas para acompanhamento da vida do motor. 
  SILVA & FERRAZ (1991), destacam que outra grande variação detectada é a 
que se verifica quanto aos intervalos de substituição das lonas de freio. Naturalmente, 
o consumo de lonas é influenciado por uma grande variedade de fatores, entre os quais 
figura a topografia das cidades e estradas, bem como o modo de operar o veículo.
  Não existe um banco de dados para a manutenção, que permita pesquisas 
aprofundadas com relação aos intervalos de substituição de itens  para as diversas 
situações de operação dos veículos.

Fonte - http://www.scielo.br/pdf/gp/v1n2/a04v1n2.pdf

Qualificação da mão-de-obra


A área de manutenção ainda recebe pouca atenção por parte dos empresários do setor de transportes. Nos últimos anos,  com a descapitalização do setor, o arrocho tarifário, o gerenciamento mais rigoroso do sistema e o conseqüente envelhecimento da frota, os controles preventivos e corretivos assumiram uma posição de maior destaque. Esses fatores passaram a imprimir sérias dificuldades ao processo de tomada 
de decisões. 
  Segundo CATALAN (1993), a heterogeneidade dos parques industriais 
brasileiros e a crise econômica que o país atravessa, responsável por políticas de contenção de recursos e a falta de reposição de mão-de-obra qualificada, tornam ainda mais árdua a tarefa de gerenciar a atividade de manutenção no Brasil. 
  Um veículo convencional, no valor de aproximadamente US$ 100 mil (cem mil dólares), é, muitas vezes, mantido por pessoas semi ou completamente analfabetas e despreparadas tecnicamente em termos de manutenção, sem falar na mão-de-obra de 
condução (motoristas). 
  O grau de instrução dos integrantes  das equipes de manutenção, em várias regiões do Brasil, impede que esses  profissionais obtenham aproveitamento satisfatório nos cursos de  treinamento a que são submetidos. Não é raro que os mecânicos acabem sendo meros trocadores de peças, que nem sequer, questionam as causas das falhas ocorridas nos componentes. 
  Dentre outros fatores que concorrem negativamente para instaurar essa situação podem ser citados: a discriminação, a  desvalorização profissional e a baixa remuneração. Os salários pagos aos mecânicos são, muitas vezes, inferiores aos dos motoristas, contribuindo para acentuar ainda mais o quadro de desqualificação na área de manutenção. 
  Os investimentos realizados na qualificação do pessoal, se autofinanciam, a médio prazo, pela melhoria da eficiência dos serviços e pelo incremento dos lucros reais. A qualificação deve alcançar todos os recursos humanos envolvidos na manutenção. 

Fonte - http://www.scielo.br/pdf/gp/v1n2/a04v1n2.pdf

Diagnóstico da Manutenção de Frotas de Veículos


A partir do momento em que uma empresa tenha um veículo, passa a fazer sentido uma preocupação com a administração racional desse bem. Isso se justifica por várias razões: 
a) veículos são bens de produção, de custo elevado; 
b) veículos são bens "que se movem", criando oportunidade para  atritos, desgaste decorrente das condições ambientais, danos ao próprio veículo, a outros veículos, a pessoas, como o motorista, o ajudante ou terceiros; 
c) veículos transportam pessoas e também  bens materiais, de valor às vezes muito elevado, desempenhando um papel de extrema importância em diferentes sistemas produtivos; 
d) a empresa precisa ter um adequado retorno sobre o investimento  com seus veículos, para preservar seu poder de reposição e garantir sua competitividade. 
  Ressalte-se ainda que a manutenção de frotas de veículos está sujeita a certas condições e fatores ambientais que a tornam particularmente complexa. 
  Entre esses fatores podem ser citados:  o estado da malha viária, a taxa de ocupação a que estão sujeitos os veículos,  em relação à sua capacidade nominal, a atuação de mercado dos fabricantes e encarroçadores, além da capacitação da mão de obra envolvida na operação e manutenção dos veículos.  

Fonte - http://www.scielo.br/pdf/gp/v1n2/a04v1n2.pdf

Aumenta o número de mulheres que trabalham como motoristas


Segundo a técnica de formação profissional do Sest/Senat, Valeska Andrade, há empresas que dão preferência a motoristas do sexo feminino, por serem mais organizadas, pacientes e atentas no trânsito.
Nas capacitações oferecidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat-CE), a presença das mulheres vem crescendo. A entidade disponibiliza cursos, obrigatórios a cada cinco anos, para condutores de transportes escolares, coletivos, ambulâncias e veículos de transporte de produtos perigosos.

Segundo a técnica de formação profissional do Sest/Senat, Valeska Andrade, há empresas que dão preferência a motoristas do sexo feminino, por serem mais organizadas, pacientes e atentas no trânsito. “Temos alunas nos quatro cursos. A maior presença delas é no transporte escolar. Enquanto que em 2004 elas representavam 20% dos alunos, hoje 60% da turma é feminina”, explica. O grupo com menor número de mulheres é o de transporte de produtos perigosos, com apenas nove motoristas do sexo feminino.

Desde o ano passado, Gleiciene Moreira da Silva procurava uma atividade em que pudesse ajudar o marido nas despesas da família e tivesse tempo para se dedicar à casa e à filha de seis anos. “Foi quando meu pai comprou uma van e perguntou se eu não queria fazer transporte escolar. Por gostar muito de criança, resolvi tirar a carteira de habilitação e entrar no negócio”.

Desafio

Como em todo novo investimento, Gleiciene achava que seria difícil conseguir os primeiros clientes. “Mas quando as pessoas viam que havia uma mulher na direção, davam preferência para o meu serviço. Os pais até aceitam um homem dirigindo e uma mulher como monitora, mas se sentem seguros mesmo quando são duas mulheres”.
Hoje, Tia Gleiciene trabalha com 23 crianças e adolescentes, nos turnos da manhã e da tarde. Além de fazer capacitações, a motorista conta com a ajuda da irmã para monitorar os alunos. “Fazer transporte escolar é uma grande responsabilidade. É uma tarefa tão importante quanto levar e trazer meu próprio filho. Os pais confiam em você e a gente cria afeição pelas crianças. Procuro fazer sempre o meu melhor”, afirma.
Com 30 anos de estrada, pode-se dizer que Fátima Magalhães carrega a paixão pelos caminhões no sangue. Aprendeu a dirigir com o pai, que fazia pequenos fretes em Tabuleiro do Norte, onde vivia. Casou com um caminhoneiro e dois dos seus filhos também seguiram a profissão. “Quando meu marido conseguiu comprar um caminhão próprio, passei a acompanhá-lo nas viagens e, como eu tinha carteira da categoria, a gente se revezava na direção. Já chegamos a ir para Curitiba de caminhão”, recorda Fátima.

Hoje, o marido parou de dirigir por conta de um problema de visão, mas Fátima continua na profissão junto com os filhos. Para ela, as amizades feitas pelos caminhos e a oportunidade de conhecer novos lugares são os principais atrativos de ser caminhoneira. A motorista acrescenta que nunca sofreu preconceito por ser mulher.

Para marcar o Dia do Motorista, celebrado ontem, o Sest/Senat realiza ações nos dias 28 e 31 de julho, pelo projeto Transporte & Cidadania da entidade. Na próxima quinta-feira, os motoristas urbanos e rodoviários participam do III Encontro dos Talentos do Transporte, no auditório do órgão. Já no dia 31, as homenagens serão prestadas aos caminhoneiros no Posto São Cristóvão. Eles serão recebidos com um café da manhã e ganharão serviços de vacinação, aferição de pressão, corte de cabelo, teste de glicemia, além de distribuição de brindes.

Saiba mais

Categoria C: A permissão de direção é utilizada para conduzir veículos motorizados para transporte de carga com peso acima de 3.500Kg, ou seja, caminhão. O motorista deverá ter, no mínimo, um ano de experiência na categoria B
Categoria D: A habilitação é para transporte de mais de oito passageiros, sem contar com o motorista. A permissão é para dirigir veículos, como ônibus e vans. Para a sua retirada é exigido ter experiência mínima de dois anos na categoria B ou um ano na categoria C
Categoria E: Esta habilitação, permite a direção de veículos articulados ou veículos com unidades de tração e de carga separada, com 6.000 Kg ou mais de peso bruto total, ou ainda transportes que possuem lotação superior a oito lugares. É necessário que o motorista possua experiência de, no mínimo, um ano na categoria C

Fonte: Portal do Trânsito

Suspensão de CNH poderá ser trocada por serviços ambientais


Os motoristas que ultrapassarem os vinte pontos na carteira nacional de habilitação (CNH), acumulados por infrações médias e leves, poderão cumprir pena alternativa à suspensão do direito de dirigir.
Um projeto em análise na Câmara dos Deputados prevê que o motorista infrator reverta a pena em prestação de serviços comunitários de preservação ambiental.
Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro prevê a suspensão, de um mês a um ano, do direito de dirigir para quem atingir 20 pontos na carteira de motorista em um ano.
A pena alternativa seria utilizada a critério do Departamento de Trânsito (Detran) local, quando considerá-la mais educativa.

Fonte - http://www.transportabrasil.com.br

Petrobras vai investir R$ 140 bilhões no abastecimento do mercado interno de combustível


A Petrobras programou investimentos de US$ 71,6 bilhões (cerca de R$ 140 bilhões) até 2016, para a modernização e expansão de seu parque de refino, visando atender o crescimento da demanda brasileira por combustíveis derivados de petróleo e reduzir a dependência estrangeira na importação destes produtos.
Ao todo, são 255 projetos em fase de implementação na área, com destaque para a Refinaria Abreu e Lima (PE) e para o primeiro trem do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), elevando a capacidade de refino da Petrobras para cerca de 400 mil barris por dia.
“Temos uma grande oportunidade que é o nosso mercado. No período 2001-2011, enquanto no Brasil a demanda gasolina subiu em torno de 40%, no mercado global o aumento foi de apenas 15%. No diesel, 29% no mercado internacional e no país 43%”, relata José Carlos Cosenza, diretor de abastecimento da estatal.
Apenas em projetos de ampliação do parque de refino já em implantação, estão previstos investimentos de US$ 24,9 bilhões (cerca de R$ 50 bilhões). A entrada em operação da Refinaria Abreu e Lima e do primeiro trem do Comperj vão permitir redução no volume de importação de diesel.
De acordo com Cosenza, as importações de diesel estão estimadas em 280 mil barris por dia em 2014, devendo cair para 100 a 120 mil barris por dia em 2016. Em relação à gasolina, a previsão é de cerca de 90 mil barris por dia tanto para 2014 quanto 2016.
Fonte - http://www.transportabrasil.com.br

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.204.73

Módulo Material   
         
:: Relatórios - Saída por grupo de Itens - Possibilidade de filtrar por Frota.






:: Relatórios - Consumo Por  Sistema - Item - Possibilidade de filtrar por Frota.




:: Relatórios - Consumo Por Sistema - Possibilidade de filtrar por Frota.