terça-feira, 12 de março de 2013

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.216.85



Módulo Administração

:: Utilitários - Configurações - Incluída a opção: Possibilidade de incluir como dependente revisões com grupo de revisão diferente e zerar revisões dependentes de veículos atrelados.



Observação ¹: Após marcada a configuração o sistema irá permitir associar dependências entre revisões de veículos que estejam ATRELADOS, conforme descrição.

Observação ²: Para um funcionamento adequado é importante realizar a associação da dependência da revisão do veículo ao atrelado e associar a dependência da revisão do atrelado ao veículo.

Observação ³: Caso o usuário tente desmarcar a configuração o sistema informará que existem dependências que precisam antes ser desvinculadas, conforme imagem:



Módulo Manutenção

:: Cadastro - Revisões - Possibilidade de incluir dependência de revisões de grupos diferentes e zerar revisões dependentes de veículos atrelados.





Módulo Administração

Módulo Material
:: Cadastros - Peças/Itens - Possibilidade de informar se a peça controla tempo de uso e poder informar tempo mínimo e tempo máximo de uso.



Ao cadastrar um item, agora é possível determinar se o mesmo será controlado por tempo de uso - somente para itens requisitados avulsamente - e será determinado o período mínimo e máximo de cada peça/item, se em dias, meses ou anos.

:: Relatórios - Operacionais - Peças Atendidas com Controle de Tempo de Uso.


Relatório gerado:


segunda-feira, 11 de março de 2013

Pneu - Estrutura


Pneus - Superfícies


Asfalto 

É a superfície mais exigente para os pneus e pode apresentar muitas dificuldades. Quando está molhada e escorregadia, não perdoa nada.
Os diversos tipos de borracha - mole, médio e duro - adaptam-se em função do estado da estrada, da temperatura do pavimento e da temperatura exterior.
Uma borracha dura é menos aderente que uma borracha mole.
No entanto, quanto mais alta for a temperatura e maior a distância percorrida, mais dura deve ser a borracha.
Em rally, o g-Force Profiler é o favorito no asfalto, e o g-Force Profiler H quando começa a chover.

Terra

Uma superfície sinónimo de pedra, um solo arenoso, o pesadelo dos pilotos, engenheiros e fabricantes… Robustez, precisão, resistência, alta velocidade e derrapagem: Qualidades requeridas na condução de um piloto guerreiro.

Terreno impetuoso e traiçoeiro onde se misturam calor, vento e imensidão. Muitos são os perigos a superar num rally-raid. Rectas intermináveis sob um sol abrasador, fortes impactos e deteriorações e longas distâncias, que podem chegar aos 1.000 km. 


Fonte:http://www.bfgoodrich.pt/bfgoodrichpt/pt/produits/terrains/20080214164215/20080214164215_14022008164318.html

Pneus - VIGILÂNCIA E MANUTENÇÃO


Verificar as pressões mensalmente e sempre antes de efetuar uma longa viagem (não esquecer de verificar o pneu suplente). Corrigi-las se estas não correspondem às estabelecidas pelo fabricante. As pressões dos pneus devem ser verificadas a frio (veículo com mais de 2 horas sem rodar ou que tenha rodado menos de 3 km a velocidade reduzida). Se verificadas em quente, acrescentar 0,3 bar à pressão recomendada (300g). 

O enchimento com nitrogénio não elimina a verificação periódica da pressão dos pneus. 
Em caso de perda anormal de pressão, mandar verificar o interior e o exterior do pneu, o estado da jante e da válvula. 
Verificar o nível de desgaste dos pneus (substitui-los quando se alcance o limite legal), e consultar um especialista quando se observem desgastes anormais ou uma diferença de nível de desgaste entre os pneus de um mesmo eixo.
Todas as perfurações, cortes e deformações visíveis devem ser examinadas por um profissional. Nunca utilizar um pneu danificado ou que tenha rodado sem ar, sem a verificação prévia de um especialista. 
Nos pneus que permitam a rodagem sem ar em certas circunstâncias (Run Flat), devem-se respeitar imperativamente as recomendações do fabricante do pneu. 
Todas as manifestações anormais tais como vibrações, ruído, desvio lateral, devem ser objecto de uma verificação imediata pelo utilizador e por parte de um profissional. 
Todas as reparações devem de ser realizadas por um profissional do pneu. 
Todos os pneus que apresentem alguma manifestação de envelhecimento ou de fadiga (borracha gretada) devem ser objecto de um exame, ainda que o pneu não tenha rodado ou rodado muito pouco (exemplo: pneu suplente, caravana, reboque, auto caravana…).


Fonte: http://www.bfgoodrich.pt/bfgoodrichpt/pt/produits/conseils-securite/20071214094237/20071214094237_14022008163931.html

sexta-feira, 8 de março de 2013

Pneus - UTILIZAÇÃO DOS PNEUS


A escolha do pneu deve estar de acordo com o equipamento de origem do veículo segundo as recomendações do fabricante. Qualquer outra montagem deve ser validada por um profissional que poderá propor a solução melhor adaptada à utilização, respeitando as regulamentações vigentes. 

Ao adquirir um pneu usado, este deve de ser verificado por um profissional antes de ser utilizado.
Num mesmo eixo utilizar sempre pneus idênticos. 
Se só se substituem 2 pneus, recomenda-se montar os pneus novos ou menos usados no eixo traseiro.
Ao equipar o veículo com pneus de Inverno, aconselha-se montar sempre quatro pneus, especialmente quando se trata de pneus com pregos.
Nunca utilizar os pneus com uma pressão incorrecta, a uma velocidade superior à indicada pelo seu código de velocidade, ou com uma carga superior à indicada pelo seu índice de carga. 
Os pneus suplentes de tipo uso temporário" devem ser utilizados apenas durante o período da emergência. 

Fonte: http://www.bfgoodrich.pt/bfgoodrichpt/pt/produits/conseils-securite/20071214094237/20071214094237_14022008163931.html

Pneus - MANUTENÇÃO E ARMAZENAGEM DOS PNEUS


Armazenagem: 
Em lugar ventilado, seco, com uma temperatura amena, evitando a luz direta do sol e a intempérie. 
Afastados de qualquer substância química, dissolvente ou hidrocarboneto susceptível de alterar a borracha.
Longe de qualquer objeto que possa penetrar na borracha (pontas de metal, madeira,..).

Não armazená-los em pilhas durante um longo período, salvo conjuntos montados e insuflados. Evitar o esmagamento dos pneus sob outros objetos.
Afastar das fontes de calor e de qualquer aparelho que possa provocar faíscas ou descargas elétricas (carregador de bateria, máquina de soldar...). 
Recomenda-se a manipulação dos pneus com luvas de proteção.




Fonte: http://www.bfgoodrich.pt/bfgoodrichpt/pt/produits/conseils-securite/20071214094237/20071214094237_14022008163931.html

Pneus - MONTAGEM E DESMONTAGEM

A montagem, desmontagem, enchimento e equilíbrio devem ser realizados com o material apropriado e manejados por pessoal qualificado, com o fim de assegurar entre outros aspectos:
O respeito às recomendações do fabricante do veículo quanto à escolha dos pneus: categoria, estrutura, dimensão, código de velocidade e índice de carga.
A verificação do aspecto exterior e interior do pneu antes de ser montado.
O cumprimento dos procedimentos de montagem, desmontagem, equilíbrio e enchimento do pneu, e da substituição sistemática da válvula.
Ter em conta a informação que figura nos flancos dos pneus (sentido de rotação ou sentido de montagem).
O respeito pelos procedimentos de montagem, desmontagem, equilíbrio e enchimento do pneu e a substituição sistemática da válvula.
Ter em conta as particularidades de alguns pneus específicos (pneus de perfil baixo, pneus autoportantes, pneus auto-obturantes…).
Depois da montagem das rodas no veículo, recomenda-se o aperto com chave dinamométrica, aplicando o binário definido pelo fabricante do veículo.


Fonte:http://www.bfgoodrich.pt/bfgoodrichpt/pt/produits/conseils-securite/20071214094237/20071214094237_14022008163931.html

terça-feira, 5 de março de 2013

Pneus inteligentes evitam sobrecarga de peso


A empresa alemã Continental já é conhecida pelas suas inovações na área de automóveis. Após lançar pneus com sensores que verificam a pressão do ar, a mais nova aposta da empresa é o controle de peso.
O conceito é bem simples. Ao colocar mais peso no veículo, a superfície que está em contato com o chão aumenta. Calculando a área dessa superfície, sensores eletrônicos conseguem dizer se existe uma sobrecarga de peso ou não. Se essa tecnologia vale a troca de pneus, isso só o tempo vai dizer, mas evitar gastos ainda maiores por danos nos pneus ou suspensão é algo bem desejável.


segunda-feira, 4 de março de 2013

Motor a Diesel - História e funcionamento.


Motor Diesel ou motor de ignição por compressão é um motor de combustão interna inventado pelo engenheiro alemão Rudolf Diesel (1858-1913), em que a combustão do combustível se faz pelo aumento da temperatura provocado pela compressão de ar.
A 23 de fevereiro de 1893, o engenheiro alemão Rudolf Diesel recebe a patente para o seu motor de autoignição. O motor Diesel destaca-se ainda hoje pela economia de combustível.
As principais diferenças entre o motor a gasolina e o motor diesel são as seguintes:
- Enquanto o motor a gasolina funciona com a taxa de compressão que varia de 8:1 a 12:1, no motor diesel esta varia de 15:1 a 25:1. Daí a robustez de um relativamente a outro.
- Enquanto o motor a gasolina admite (admissão - 1º tempo) a mistura ar/combustível para o cilindro, o motor Diesel aspira (aspiração 1º tempo) apenas ar.
- A ignição dos motores a gasolina dá-se a partir de uma faisca elétrica fornecida pela vela de ignição antes da máxima compressão na câmara de explosão (> a 400ºC). Já no motor Diesel a combustão ocorre quando o combustível é injetado e imediatamente inflamado pelas elevadas temperaturas (> a 600ºC) devido ao ar fortemente comprimido na câmara de combustão. O Engenheiro Rudolf Diesel, chegou a esse método quando aperfeiçoava máquinas a vapor.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Motor_a_diesel

Tipos de caminhões e algumas especificações:


Confira os tipos de caminhões e algumas especificações:
VUC - veículo urbano de cargaVeículo Urbano de Carga (VUC): O VUC é o caminhão de menor porte, mais apropriado para áreas urbanas. Esta característica de veículo deve respeitar as seguintes características: largura máxima de 2,2 metros; comprimento máximo de 6,3 metros e limite de emissão de poluentes.  A capacidade do VUC é de 3 toneladas.
caminhão tocoToco ou caminhão semi-pesado: caminhão que tem eixo simples na carroceria, ou seja,  um eixo frontal e outro traseiro de rodagem simples. Sua capacidade é de até 6 toneladas, tem peso bruto máximo de 16 toneladas e comprimento máximo de 14 metros.
caminhão truckTruck ou caminhão pesado: caminhão que tem o eixo duplo na carroceria, ou seja, dois eixos juntos. O objetivo é poder carregar carga maior e proporcionar melhor desempenho ao veículo. Um dos eixos traseiros deve necessariamente receber a força do motor. Sua capacidade é de 10 a 14 toneladas, possui peso bruto máximo de 23 toneladas e seu comprimento é também de 14 metros, como no caminhão toco.
Carretas: são uma categoria em que uma parte possui a força motriz (motor), rodas de tração e a cabine do motorista e a outra parte recebe a carga. A parte motriz recebe o nome de cavalo mecânico, e este pode ser acoplado a diferentes tipos de módulos de carga, chamados de semi-reboque. Veja abaixo alguns modelos:
caminhão cavalo mecânicoCavalo Mecânico ou caminhão extra-pesado: é o conjunto formado pela cabine, motor e rodas de tração do caminhão com eixo simples (apenas 2 rodas de tração). Pode-ser engatado em vários tipos de carretas e semi-reboques, para o transporte.
caminhão cavalo mecânico trucadoCavalo Mecânico Trucado ou LS: tem o mesmo conceito do cavalo mecânico, mas com o diferencial de ter eixo duplo em seu conjunto, para poder carregar mais peso. Assim o peso da carga do semi-reboque distribui-se por mais rodas, e a pressão exercida por cada uma no chão é menor.
caminhão carreta 2 eixosCarreta 2 eixos: utiliza um cavalo mecânico e um semi-reboque com 2 eixos cada. Possui peso bruto máximo de 33 toneladas e comprimento máximo de 18,15 metros.
caminhão carreta 3 eixosCarreta 3 eixos: utiliza um cavalo mecânico simples (2 eixos) e um semi-reboque com 3 eixos. Possui peso bruto máximo de 41,5 toneladas e comprimento máximo de 18,15 metros.
caminhão carreta cavalo trucadoCarreta cavalo trucado: utiliza um cavalo mecânico trucado e um semi-reboque também com 3 eixos. Possui peso bruto máximo de 45 toneladas e comprimento máximo também de 18,15 metros.
caminhão bitremBitrem ou treminhão: é uma combinação de veículos de carga composta por um total de sete eixos, que permite o transporte de um peso bruto total de 57 toneladas. Os semi-reboques dessa combinação podem ser tracionados por um cavalo-mecânico trucado.
Rodotrem: é uma combinação de veículos de carga (dois semi-reboques) composta por um total de 9 eixos que permite o transporte de um peso bruto total de 74 toneladas. Os dois semi-reboques dessa combinação são interligados por um veículo intermediário denominado Dolly. Essa combinação só pode ser tracionada por um cavalo-mecânico trucado e necessita de um trajeto definido para obter Autorização Especial de Trânsito (AET).
bitrem é um conjunto que possui duas articulações (quinta-roda do caminhão e a quinta-roda do semi-reboque dianteiro) e o rodotrem é um conjunto que possui três articulações (quinta-roda do caminhão, engate dianteiro do dolly e quinta-roda do dolly).
Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/tipos-de-caminhoes-tamanhos-e-capacidades/

Parte 10 - Conheça os 10 erros mais comuns na gestão de manutenção de frota


10- Errar na condução da gestão da manutenção:
Por fim, o maior de todos os erros é acreditar que na manutenção de sua frota existam espaços para que erros sejam cometidos. É regra geral que quando esta erra, ocorrem acidentes com vítimas e dependendo da gravidade, pode vir a trazer sérios problemas para a imagem e a credibilidade da companhia além do prejuízo financeiro.

Fonte:http://www.transportabrasil.com.br/2012/07/conheca-os-10-erros-mais-comuns-na-gestao-de-manutencao-de-frota/