quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Fluido de freio é tudo igual?

Provavelmente você já deve ter ouvido essa frase em forma de afirmação na hora de fazer a manutenção do seu veículo. Mas a história não é bem assim.

Nos anos de 2010 e 2011 o mercado nacional foi inundado por uma série de produtos importados, vindos principalmente da China, de qualidade muito inferior aos já vendidos no país. Esses produtos oferecem risco a segurança pois seu desempenho é aquém do que o motorista está acostumado. Com eles a frenagem ocorre em um intervalo maior de tempo e espaço, podendo causar acidentes.

Para solucionar este problema, desde março deste ano, todos os fluidos de freio comercializados no país, sejam eles importados ou produzidos localmente, devem ser certificados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Assim, garante-se ao consumidor que ele está levando um produto confiável - testado e aprovado - apropriado aos padrões brasileiros de qualidade e segurança. No momento da compra, é importante observar se o produto adquirido leva o selo do Inmetro. Contudo, a certificação só é válida para os lotes produzidos após a oficialização do Inmetro como órgão fiscalizador.

Outra dica para evitar levar “gato por lebre” é verificar se na embalagem do produto existe alguma indicação sobre a observância da norma DOT (Departament of Transport), padronização americana seguida internacionalmente. Atualmente, existem quatro padronizações DOT em vigência: 3, 4, 5.1 e 4LV. Elas diferem entre si apenas quanto ao ponto de ebulição, ponto de ebulição úmido e ponto de congelamento. No Brasil, a maioria dos veículos novos saem de fábrica abastecidos com fluidos de freio DOT 4 ou DOT 5.1. A padronização DOT 3 é considerada como obsoleta.


Fonte: http://www.tudocaminhao.com.br/noticias/ver/516/fluido-de-freio-%C3%A9-tudo-igual

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