quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Frota – Novas Funcionalidades Versão 1.203.72


Módulo de Pneu

:: Movimentos - Retorno Renovadora - Exibição dos campos Total Produto, Total Serviço e Total Geral na Grid.


Módulo de Administração

:: Configuração para permitir listar na coleta de preços, fornecedores que não estão associados aos itens.


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Frota – Novas Funcionalidades Versão 1.202.71

 Módulo de Material

:: Movimentos - Entrada de Peça/Item - Possibilidade de informar valor do frete (Conhecimento de Transporte) sem agregar no valor total da nota, somente no custo do item.

:: Relatórios - Entrada de Peça/Item - Incluído campo valor do Conhecimento de Transporte.

Módulo de Abastecimento

 :: Movimentos - Entrada de Combustível - Possibilidade de informar valor do frete (Conhecimento de Transporte) sem agregar no valor total da nota, somente no custo do item.

:: Relatórios - Entrada de Combustível - Incluído campo valor do Conhecimento de Transporte.

Módulo de Pneu
           
:: Movimentos - Entrada de Pneu - Possibilidade de informar valor do frete (Conhecimento de Transporte) sem agregar no valor total da nota, somente no custo do item.

:: Relatórios - Entrada de Pneu - Incluído campo valor do Conhecimento de Transporte.

Módulo de Veículo

 :: Cadastros - Ponto de Parada - Adicionado cadastro de pontos de parada.

:: Movimentos - Saída de Veículos da Garagem - Adicionado a funcionalidade de exportação da rota para o Check Rota.










quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.201.70

Módulo Material

:: Movimentos - Entrada de Peça/Item - Possibilidade de informar caminho da imagem do documento da nota. 




:: Movimentos - Conciliação de Compras - Possibilidade de visualizar documentos cadastrados nas movimentações. 



:: Movimentos - Coleta de preços - ICMS e IPI poder digitar tanto pelo valor percentual quanto pelo valor monetário.



:: Movimentos - Negociação de Coleta - ICMS e IPI poder digitar tanto pelo valor percentual quanto pelo valor monetário. 


:: Movimentos - Pedido de Peça/Item - ICMS e IPI poder digitar tanto pelo valor percentual quanto pelo valor monetário.



:: Movimentos - Entrada de Peça/Item - IPI poder digitar tanto pelo valor percentual quanto pelo valor monetário. 



:: Movimentos - Pedido de Peça/Item - Adicionado coluna com quantidade atendida (Relatório também).



:: Movimentos – Pedido de Peça/Item - Gravar previsão de entrega do pedido matriz e mostra no relatório.




:: Relatórios - Pedido de Peça/Item - Incluído campo de previsão de entrega.


 Módulo Abastecimento
:: Movimentos - Entrada de Combustível - Possibilidade de informar caminho da imagem do documento da nota. 


 Módulo Administração
:: Movimentos - Multas - Possibilidade de informar caminho da imagem do documento.


:: Movimentos - Painel Operacional - Vistoria - Adicionado Vistoria no Painel. 



:: Movimentos - Painel Operacional - Revisões Programadas - Permitir visualizar todas as revisões programadas. 



Módulo Manutenção
:: Cadastro - Revisões - Incluída opção de Exibir no Painel Operacional.



:: Cadastro - Serviços Programados - Incluída opção de Exibir no Painel Operacional . 


:: Movimentos - Serviço de Terceiros - Possibilidade de informar caminho da imagem do documento da nota.




 :: Movimentos - Encerramento de Viagem - Incluído filtro por natureza na tela de contexto do encerramento de viagem.
  


:: Movimentos - Encerramento de Viagem - Possibilitar que sejam exibidas todos os defeitos pendentes para um veículo do encerramento selecionado, independente dos defeitos estarem em encerramento diferentes. 



Módulo Veículo
:: Cadastros - Licença - Incluída opção de Exibir no Painel Operacional.
 

:: Movimentos - Controle de documentos - Possibilidade de informar caminho da imagem do documento. 




Módulo Pneu
:: Movimentos - Entrada de Pneu - Possibilidade de informar caminho da imagem do documento da nota.



:: Movimentos - Retorno Renovadora - Integração de Vencimentos com o AC Fiscal. 



:: Movimentos - Retorno Renovadora - Possibilidade de informar caminho da imagem do documento da nota. 










Aditivo Arla 32 deverá reduzir gases poluentes de veículos a diesel


O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade  Industrial (Inmetro) assinou um acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para regulamentar a produção e comercialização do Arla 32, um aditivo para motores a diesel que reduz emissão de gases poluentes.
Uma norma do Ibama, do ano passado, determina a obrigatoriedade do uso do Arla 32, a partir de 2012, em veículos novos que utilizam diesel como combustível.
Segundo o presidente do Inmetro, João Jornada, com o acordo assinado agora, o instituto ficará responsável por elaborar os padrões de qualidade para o Arla 32 e as regras para medição e fiscalização do produto.
"O produto que não estiver conforme a portaria do Ibama e com as regras do processo de certificação que serão feitas pelo Inmetro não poderá ser comercializado. Isso vai ser verificado e fiscalizado em todo o país", disse Jornada.
Captura de óxidos de nitrogênio
Segundo o coordenador de Controle de Resíduos e Emissões do Ibama, Paulo Macedo, as montadoras de automóveis já estão se preparando para adequar seus carros ao uso do Arla 32.
O produto, à base de ureia, captura grande parte do óxido de nitrogênio emitido na combustão do motor, antes que o gás poluente seja liberado para a atmosfera. "O óxido de nitrogênio é um gás poluente e nocivo à saúde, que causa problemas respiratórios e cardíacos", afirmou Macedo.
O Arla 32 não será misturado ao diesel, mas ficará em um recipiente separado, assim como o óleo lubrificante. O proprietário da caminhonete, caminhão ou ônibus terá que abastecer o carro com o Arla 32, em média, a cada cinco vezes em que abastecer o veículo com o diesel.
O aditivo à base de ureia é utilizado há dois anos na Europa. Segundo o Ibama, já há empresas brasileiras interessadas em fabricar o produto. A produção, no entanto, só poderá ser iniciada depois que o Inmetro divulgar as regras de qualidade para o Arla 32.

Arla 32, o que é?


ARLA é a sigla de Agente Redutor Líquido Automotivo de NOx. É uma solução aquosa cuja composição envolve 32,5% de ureia pura dissolvida e misturada em água deionizada, usada para reagir e neutralizar o NOx (Óxidos de Nitrogênio) emitido pelos veículos.
Esse líquido não é tóxico e não é inflamável. O Arla 32 será obrigatório para todos os veículos a diesel com a tecnologia SCR (Redutor Catalítico Seletivo) produzidos para a fase P-7 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores).
Ao utilizar os produtos corretos, estes veículos atingirão os níveis de emissões exigidos pela lei. A falta do Arla 32 poderá causar danos aos catalisadores e redução de até 40% no torque dos veículos.

Cidades devem focar acessibilidade


As cidades brasileiras deveriam focar a acessibilidade nos projetos de mobilidade urbana, foi o que afirmou o novo secretário nacional de transporte e mobilidade urbana do Ministério das Cidades, Júlio Eduardo dos Santos. Para ele, é fundamental promover o acesso de todos os cidadãos ao transporte público, independentemente, de suas limitações.
“Temos que informar aos municípios que existe a Lei de Mobilidade Urbana, recentemente aprovada, que define novos padrões de atuação e suas responsabilidades. Além de mostrar que eles têm linhas de crédito, que podem investir com segurança e que terão nosso apoio em todas as etapas do processo”, destacou Santos.
O secretário também afirmou que a função do ministério é auxiliar aos municípios no preenchimento dos pré-requisitos e a apresentação da documentação necessária exigida para obras de infraestrutura de transporte, para que eles não percam o prazo. Santos explica que para acelerar a melhoria do transporte coletivo é necessário eliminar estes gargalos que desperdiçam tempo.
O secretário ressaltou ainda que a sociedade deve refletir sobre modais de transporte mais sustentáveis, por meio de matrizes energéticas menos poluentes e o incentivo ao transporte individual não motorizado.
Santos, que foi recém-empossado, prometeu dar maior agilidade aos projetos como os do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Grandes Cidades e das obras de mobilidade para a Copa do Mundo.
Para evitar atrasos, novos relatórios sobre estes projetos serão elaborados e as informações serão constantemente atualizadas. Ainda, de acordo com ele, em sua gestão, as cidades e Estados terão mais apoio por meio de investimentos, treinamentos e capacitação para o desenvolvimento de projetos da área.

Cuidado com pneus

Motoristas de caminhões, carretas e ônibus precisam estar atentos a cuidados básicos com os pneus. Com alguns procedimentos simples, eles podem rodar mais e com mais segurança.

“O principal cuidado que o caminhoneiro deve ter é trafegar com pneus novos ou semi novos, principalmente os dianteiros”, explicou à Agência CNT de Notícias o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes.

Outro cuidado, frisa, é a calibragem dos pneus, que deve ser feita, no mínimo, duas vezes por semana. Se o pneu furar ou esvaziar, mais um conselho: o condutor deve parar no mesmo momento e fazer a troca. Nunca deve trafegar com o pneu vazio. “O pneu pode ficar super aquecido, principalmente em época de calor. Pode, inclusive, incendiar o veículo ou danificar a carga transportada”, adverte Fonseca.

Além desses procedimentos, as fabricantes de pneus têm outras orientações aos transportadores de cargas. Uma delas, em seu manual, destaca que é importante evitar a sobrecarga no veículo porque o excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta o risco de estouro. A manutenção de componentes que atuam diretamente sobre os pneus – amortecedores, molas, freios, rolamentos e eixos – também é importante.

Se o veículo passar por algum impacto forte ou se os pneus forem trocados por causa de desgastes irregulares ou, ainda, porque o veículo estava “puxando” para um lado, é preciso alinhar o sistema de direção e suspensão, além de balancear os pneus periodicamente. Outra dica é ficar atento ao indicador de desgaste de rodagem, que indica o momento certo para se efetuar a troca.

Os pneus também não devem entrar em contato com derivados de petróleo ou solvente, pois esses produtos desgastam a borracha e fazem com que ela perca as propriedades físico-químicas e mecânicas. Por último, é importante utilizar o pneu adequado para cada ocasião: rodar na cidade com um pneu destinado ao uso na terra, por exemplo, provoca perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade das peças do veículo.

Os motoristas também devem se preocupar com o descarte de pneus inservíveis, que são aqueles que não são mais passiveis de receber reformas, como recapagem ou remoldagem. O Despoluir - Programa Ambiental do Transporte da CNT, recomenda que os pneus sejam encaminhados para empresas que atuam com logística reversa para realizar a destinação correta do material.

A coleta de pneus no Brasil é feita desde 1999. A Reciclanip, entidade criada pelos fabricantes, conta com 711 pontos de recolhimento espalhados pelo país.

Retorno

Além disso, orienta o presidente da Abcam, o importante é que o caminhoneiro “esteja calmo, tranquilo e dirija com responsabilidade”. Segundo Fonseca, o retorno financeiro, se todos esses cuidados forem tomados, é certo: “o motorista vai gastar menos com combustível e manutenção. Significa economia para ele e menos prejuízo para os outros condutores, com quem ele poderia se envolver em acidentes nas estradas”, concluiu.  
 
Fonte: Rosalvo Júnior - Agência CNT de Notícias - http://www.cnt.org.br/Paginas/Agencia_Noticia.aspx?n=7979

Álcool na gasolina pode voltar a 25%


A gasolina vendida nos postos de combustíveis tem 20% de álcool anidro - 
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o Governo Federal poderá determinar novamente a adição de 25% de álcool anidro na gasolina, se houver produção suficiente de etanol no País. Atualmente, a taxa é de 20%.
"Se a produção de etanol continuar no patamar em que se encontra hoje, vamos mantê-la em 20%. Se a produção melhorar, elevaremos para 25%, que é nosso propósito", disse Lobão. Segundo o ministro, não há prazo definido para a mudança.
Em outubro de 2011, o Governo Federal determinou a diminuição de 25% para 20% no percentual de álcool anidro misturado à gasolina por tempo indeterminado, como precaução por causa da incerteza sobre a safra de cana-de-açúcar.
Em junho, porém, foram anunciadas algumas medidas de incentivo à produção de etanol. A Petrobras, por exemplo, prometeu investir US$ 1,84 bilhão na ampliação da capacidade de produção do combustível no Brasil até 2016.
Também no mês passado, durante a Rio+20, a presidente Dilma Rousseff defendeu o uso mais intenso de fontes de energia renováveis. Ela citou que 45% da matriz energética do Brasil vêm de fontes renováveis, enquanto a média internacional é 11%.
“O Brasil hoje tem uma matriz energética das mais renováveis do mundo porque tem na sua composição, principalmente na matriz de combustível, o etanol. É bom que a gente sempre lembre que o mais difícil, no que se refere à energia renovável, é a substituição, complementação ou criação de novas tecnologias na matriz de combustível. É ela que explica por que maior parte do mundo tem uma matriz tão concentrada em fontes fósseis”, disse, na época, a presidente.

Dicas para manutenção

A maioria dos motoristas já está acostumada a verificar periodicamente o nível do lubrificante para motor. Assim como o nível dos outros fluidos necessários para o bom funcionamento do veículo, o do fluido de freio dever se verificado com frequência.

Geralmente os reservatórios de armazenagem deste fluido são translúcidos, para permitir a visualização do nível sem a necessidade de abrir o recipiente. O ponto fraco dos fluidos de freio é sua alta capacidade de absorver água, característica química chamada de higroscopia, o que pode prejudicar seu desempenho. Então, certifique-se sempre que o reservatório está bem tampado e o fluido no nível correto.

Caso o nível esteja abaixo do limite, não é recomendável apenas completá-lo. Isso pode ser sintoma de algum vazamento ou desgaste das pastilhas. O correto é procurar uma oficina mecânica para concertar o vazamento ou trocar a pastilha do freio. Solucionado o problema que levou a baixa no nível, deve-se substituir todo o fluido. Lembrando que, mesmo que seu nível não varie com o passar do tempo, o fluido de freio deve ser completamente substituído em intervalos de mais ou menos um ano, de acordo com o recomendado pelo manual do fabricante do veículo.

Fluido de freio é tudo igual?

Provavelmente você já deve ter ouvido essa frase em forma de afirmação na hora de fazer a manutenção do seu veículo. Mas a história não é bem assim.

Nos anos de 2010 e 2011 o mercado nacional foi inundado por uma série de produtos importados, vindos principalmente da China, de qualidade muito inferior aos já vendidos no país. Esses produtos oferecem risco a segurança pois seu desempenho é aquém do que o motorista está acostumado. Com eles a frenagem ocorre em um intervalo maior de tempo e espaço, podendo causar acidentes.

Para solucionar este problema, desde março deste ano, todos os fluidos de freio comercializados no país, sejam eles importados ou produzidos localmente, devem ser certificados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Assim, garante-se ao consumidor que ele está levando um produto confiável - testado e aprovado - apropriado aos padrões brasileiros de qualidade e segurança. No momento da compra, é importante observar se o produto adquirido leva o selo do Inmetro. Contudo, a certificação só é válida para os lotes produzidos após a oficialização do Inmetro como órgão fiscalizador.

Outra dica para evitar levar “gato por lebre” é verificar se na embalagem do produto existe alguma indicação sobre a observância da norma DOT (Departament of Transport), padronização americana seguida internacionalmente. Atualmente, existem quatro padronizações DOT em vigência: 3, 4, 5.1 e 4LV. Elas diferem entre si apenas quanto ao ponto de ebulição, ponto de ebulição úmido e ponto de congelamento. No Brasil, a maioria dos veículos novos saem de fábrica abastecidos com fluidos de freio DOT 4 ou DOT 5.1. A padronização DOT 3 é considerada como obsoleta.


Fonte: http://www.tudocaminhao.com.br/noticias/ver/516/fluido-de-freio-%C3%A9-tudo-igual

Diesel muda de cor para evitar fraudes

Desde o dia 1º de julho, o diesel S500 só pode ser vendido nos postos na cor vermelha e o S1800, em tom amarelado (podendo ficar mais escuro dependendo da quantidade de biodiesel na mistura). A mudança veio por uma determinação da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), cujo objetivo é evitar fraudes nos combustíveis, como vender o óleo diesel S500 como se fosse S50, já que ambos possuem uma coloração ligeiramente amarelada. Até então, o óleo diesel S1800 possuía coloração vermelha e o S500, amarelada.

Para a ANP, podem ocorrer fraudes porque a procura pelo S50 aumentou nos últimos meses, quando a venda desse combustível passou a ser obrigatória para os veículos da fase P-7 (pesados) do Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores).

A medida é válida para todo o Brasil e os consumidores devem ficar atentos à mudança, para evitar dúvidas na hora de abastecer o veículo. Segundo a ANP, os representantes dos postos de revenda e das distribuidoras acompanharam a elaboração da Resolução 65/2011 e estão cientes da nova exigência.

Atualmente, é possível abastecer com três tipos de óleo diesel nos postos do Brasil: Óleo diesel S50, amarelo claro, não pode ter corante algum. É o combustível com o menor teor de enxofre comercializado atualmente no Brasil. Tem, no máximo, 50 mg/kg de enxofre; Óleo diesel S500, com coloração avermelhada, tem teor de enxofre máximo de 500 mg/kg; e Óleo diesel S1800, no qual é proibido adicionar corante nesta categoria, por isso ele é amarelo natural, um pouco mais escuro que o S50. Seu teor de enxofre é de, no máximo, 1.800 mg/kg.

Fonte: Portal Webstranspo - http://www.webtranspo.com.br/energia/25703-diesel-muda-de-cor-para-evitar-fraudes

Como controlar o sono na estrada

1. Nenhum motorista vence o sono.  Não adianta insistir nem teimar em ficar dirigindo sonhando acordado. O correto é encostar o caminhão em um lugar seguro e cochilar por 20 ou 30 minutos. 

2. Na estrada, no horário de folga, descanse. 

3. Em casa o sono é sagrado. Peça para os familiares evitarem incômodos. 

4. Procure dormir, acordar e trabalhar sempre no mesmo horário, evitando escalas que quebrem o seu padrão de sono. 

5. Na estrada, a atenção nunca é demais. Quando perceber  que o sono vem chegando, estacione e descanse. 

6. Não tome remédios(rebites) para alterar seu sono.

7. Não trabalhe doente. Mesmo um simples resfriado pode deixar você cansado e sonolento. 

8. Jamais beba e dirija. 

9. Lembre-se: só uma boa noite de sono garante um bom dia de trabalho.