segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A regra dos dois segundos

Atenção é o primeiro cuidado para evitar colisões no carro da frente. 
A regra básica é manter distância. A dúvida é: qual a distância segura?
Uma regra simples pode livrar você de sustos.
Já que é difícil calcular a distância de segurança em metros, a solução é contar o tempo. Em tempo seco e em velocidades até 120 km/h, dois segundos são suficientes.
Quando o carro que vai à sua frente passar por uma placa ou algum outro objeto fixo, comece a contar até seu carro alcançá-lo. Para contar segundos, conte “mil e um, mil e dois, mil e três...”.
Na chuva, além de diminuir a velocidade, você deve aumentar a distância de segurança. Deixe pelo menos o dobro. No molhado, a “regra dos dois segundos”, deve passar a “regra dos quatro segundos”.
Esses cuidados diminuem os riscos de você causar um acidente, mas não garante que não será vítima do motorista que vem atrás. Para diminuir os riscos de ferimentos nesses casos, não esqueça de usar o cinto de segurança e regule sempre a altura do apoio de cabeça, que protege contra lesões na coluna cervical. 

Manutenção preventiva: Correias


Tipos de correias:
Serpentina
Correias tipo serpentina têm pouca espessura e são bem largas. Na maioria dos carros que usam esse tipo de correia, ela movimenta vários acessórios.
Correias em V
As correias em V têm esse nome devido à sua aparência. Elas tem um perfil transversal que lembra, aproximadamente, um V. Em geral, veículos que usam correias em V têm várias delas, cada uma movimentando um ou mais acessórios.
Correias dentadas:
A correia dentada liga o virabrequim ao eixo do comando de válvulas. Ela fica coberta por uma proteção, na frente do motor. A correia dentada estabelece uma ligação fixa entre o virabrequim e o comando de válvulas, mantendo sincronizados esses dois elementos. Em alguns carros, ela também é aproveitada para movimentar as bombas de óleo e água. Nem todos os motores utilizam correias dentadas. Alguns utilizam engrenagens ou correntes para o mesmo fim.
As correias dentadas podem estragar do mesmo modo que as outras. A diferença é que, caso ela quebre ou escorregue, o motor pára de funcionar e pode sofrer sérios danos internos. . . . Empenamento de válvulas e danos aos pistões são alguns dos problemas mais comuns causados pelo rompimento da correia dentada. O conserto sai sempre muito caro. Mas é fácil evitar que isso ocorra. As fábricas sabem qual a duração média das correias e sugerem a que intervalos elas devem ser trocadas. Para conhecê-los, o melhor é consultar o manual do proprietário.
O que verificar:
Cheque as correias com o motor desligado e, preferivelmente, frio. Isso evita possíveis queimaduras e ferimentos causados por alguma peça em movimento.
Observe cuidadosamente as bordas e a parte interna das correias. Qualquer sinal de desgaste indica que a correia precisa ser trocada e pode indicar, também, que algum acessório ligado a ela pode estar com problemas.
Também é preciso verificar a tensão da correia e, se preciso, ajustá-la. Correias muito esticadas podem causar desgaste prematuro nos rolamentos dos acessórios e do próprio motor. Se estiver frouxa, a correia desliza e faz ruído, causando queda na performance dos acessórios. A regulagem errada também provoca desgaste na própria correia. Existem modos de verificar com precisão regulagem das correias, mas também é possível verificar a tensão manualmente. Isso se faz pressionando a correia no meio de sua maior parte livre. Ela não deve ceder mais de dois centímetros.
Os sinais de desgaste
Vitrificação - A área de contato da correia fica lisa e brilhante quando ela desliza nas polias. Correias vitrificadas perdem a aderência e causam ainda mais deslizamento. Óleo ou graxa nas polias também podem provocar a vitrificação.
Óleo - Graxa, óleo e outros fluidos nas correias causam vitrificação e aumentam o escorregamento. A contaminação por fuidos também pode deteriorar a correia.
Emborrachamento - O material da correia se desgasta e se acumula nas polias. Isso pode acontecer devido à tensão, desgaste ou desalinhamento das polias.
Rachaduras - Rachaduras acontecem quando as correias são expostas ao calor e tensão excessivos.
Decomposição - Quando as rachaduras se aprofundam, se soltam pedaços de borracha 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Conselho de Cliente Grupo Fortes - Conselho melhora relação com cliente

A criação de novos produtos e a melhoria da relação com o consumidor são legados que o Conselho de Clientes traz a uma organização. A Fortes Informática é uma das empresas que apostou nesta ferramenta e vem obtendo retorno positivo. De acordo com o presidente do Grupo Fortes, José Carlos Fortes, o Conselho foi adotado pela organização a partir de 2011, com a primeira gestão em exercício neste ano. Agora, será escolhida amanhã, a formação para 2013.

A criação de projetos conjuntos, inovação, melhoria no atendimento e processos são só alguns dos benefícios que o Conselho de Clientes traz, afirma José Carlos. Ele acrescenta ainda a maior fidelização dos consumidores. "A co-criação e a melhoria da comunicação com a clientela foram atestadas com a adoção do mecanismo", reitera.

Conforme o empresário, a Fortes Informática utiliza o Conselho de Clientes baseada nos princípios pregados por Philip Kotler, professor Marketing na Kellogg School of Management, considerado um dos ´pais´ do marketing moderno.

Sociedade criativa

Kotler, que esteve em Fortaleza em setembro último, defende que "vivemos a era da participação e da sociedade criativa. Para as empresas, isso significa estar mais próximo de seus clientes, trabalhando de maneira unida, pois os consumidores ajudarão as corporações a criarem seus novos produtos e iniciativas de marketing. É o conceito da "co-criação". Ainda de acordo com as lições de Kotler "dividir e conhecer as sugestões e ideias do público permite mais opções de insights relevantes para a empresa". O professor, autor da obra "Marketing 3.0", fez durante sua vinda à Capital cearense um breve resumo do modelo que consiste em ouvir os clientes, satisfazer as suas necessidades, criar as suas aspirações e, ao mesmo tempo, ajudar o Planeta. "Se você criar um caso de amor com os seus clientes, eles próprios farão a sua publicidade", destacou o especialista. Grandes empresas brasileiras já adotaram o Conselho de Clientes, como a TAM, Votorantim, Fiat, Pão de Açúcar, dentre outras. A Fortes Informática possui 12 membros em seu Conselho, que será renovado para o ano que vem.

Atenção com os freios

Atualmente, os sistemas de freio são confiáveis, mas, para total eficiência, eles dependem que o usuário faça as revisões, conforme orientação do manual de proprietário.
Discos, pastilhas, fluídos e tambores devem ser verificados a cada 5.000 km.
O momento da troca depende da forma como o veículo é dirigido ou pelas condições de piso que trafega.
Ao substituir as pastilhas e lonas é preciso verificar o estado dos discos, das rodas dianteiras e os tambores, das traseiras. Se uma pastilha ou lona, chega ao fim, o atrito acontece metal com metal. Nestes casos, dependendo do estado e, principalmente, de sua espessura, o disco deve ser trocado – sempre o par, para não haver diferença de frenagem entre uma roda e outra e os tambores retificados.
A substituição das pastilhas e lonas deve ser acompanhada da troca do fluído, sempre seguindo as especificações das montadoras.
Mesmo que o sistema não apresente desgaste, o fluído de freio deve ser verificado e se necessário, trocado anualmente ou a cada 10.000 km.
Com o tempo, ele absorve a umidade do meio ambiente, perdendo sua eficiência e causando corrosão em vários componentes. 


Fonte - http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?file=ajuda&id=12

Chuva: a arte de guiar no molhado

A chuva causa milhares de acidentes todos os anos. No Brasil, principalmente nas regiões centrais e sudeste, o verão é a estação das águas. Portanto, é preciso saber lidar com pistas molhadas ou até inundadas.
A maioria dos acidentes causados pela chuva pode ser evitada. Infelizmente, há motoristas que escolhem ignorar o perigo em nome da pressa. Até na Fórmula 1 se anda mais devagar quando chove - quem tenta ser mais rápido que os outros, se não for um gênio, acaba se dando mal. O que dizer de motoristas normais?
Quando o pavimento fica molhado, a camada de água sobre ele faz com que os pneus percam aderência. Além disso, a chuva reduz a visibilidade dos motoristas. É mais difícil enxergar à distância sob chuva, os faróis iluminam menos, o pára-brisa perde transparência e as próprias ruas e estradas ficam mais escuras. O ideal, mesmo, é ficar em casa, esperando o mal tempo passar.
Já que nem sempre é possível, a recomendação básica para andar na chuva é reduzir a velocidade, coisa que até aqueles motoristas que ignoram a segurança sabem que deveriam fazer. Mas há outras dicas que podem ajudar você a escapar de situações de risco.
Cuidado com o começo - Nos períodos sem chuva, poeira, óleo e graxa se acumulam no asfalto, impregnando a superfície da estrada. Quando essa pasta se mistura à água, no início de uma chuvarada, torna a pista extremamente escorregadia. A continuação da chuva, normalmente, acaba lavando o óleo da pista, mas esse processo pode levar algumas horas, dependendo da intensidade da precipitação e das condições locais.
Mude seus planos - Queira ou não, você não vai poder manter na chuva a média horária a que está acostumado no seco. Além de ser prudente diminuir a marcha, o tráfego todo já estará mais lento. Portanto, não se pressione para chegar no horário programado. Forçar ultrapassagens e andar no limite, além de multiplicar os riscos já existentes, só vai aumentar a tensão e fazer você cansar mais na viagem. Suavidade é o segredo - Freie mais cedo e com menos força do que o normal. Desta forma, você irá manter a distância do carro da frente e, ao mesmo tempo, dar chance ao que vem atrás para diminuir também a velocidade.
Sinalize com bastante antecedência quando for fazer curvas, parar ou diminuir a marcha. Faça com que os outros motoristas entendam o que você vai fazer.
A maioria das ruas e estradas é mais alta no meio, para que a água corra para as laterais. Por isso, sempre que for possível, fique perto do centro, para evitar possíveis poças d'água acumuladas próximo ao acostamento.
Evite poças d'água - Elas podem esconder buracos ou bueiros abertos. Além disso, a água levantada ao cruzá-las pode molhar o interior do compartimento do motor, danificando o sistema elétrico.
Outro problema com as poças d'água é que elas podem "frear" as rodas de um lado do carro, levando o motorista a compensar virando a direção no sentido contrário. Ao sair da poça, em vez de manter a linha reta, o carro pode virar subitamente para lado, causando uma rodada e, possivelmente, um acidente. Essa situação ocorre com mais freqüência do que se imagina e é muito perigosa, principalmente em meio ao tráfego pesado e em vias de duas mãos.
Fuja da água corrente - A imensa maioria dos carros perdidos em enchentes se deve às tentativas de passar por lugares onde a água está correndo. Mesmo se você estiver num 4x4, evite a situação. Nada vai adiantar ter tração nas quatro rodas se a correnteza empurrar seu jipão lateralmente. Não tente ser mais forte que a natureza. Após passar por lugares inundados, toque de leve no freio, para eliminar parte da água dos discos e tambores.
Acenda os faróis - Mesmo durante o dia ou se a chuva for fraca. Se isso não ajudar você a ver melhor o caminho, vai fazer com que os outros motoristas vejam você mais cedo. Lembre-se de que vivemos uma era de carros cinzentos ou pretos e que muitos motoristas, em nome de uma suposta segurança contra assaltos, optam por cobrir os vidros com películas que diminuem enormemente a visibilidade à noite ou na chuva.
À noite, use luz baixa. O farol alto reflete na chuva que cai e acaba ofuscando. Se seu carro tiver luzes de neblina, que iluminam com maior intensidade a região mais próxima à frente, use. Elas ajudam bastante.
Cuidado com os pedestres - A chuva também atrapalha quem anda a pé. Por isso, principalmente na cidade, cuidado com gente que atravessa correndo as ruas, muitas vezes às voltas com um guarda-chuva empurrado pelo vento.
O ruído da chuva também encobre o ruído dos carros, aumentando os riscos para os pedestres. Redobre a atenção.
Se a chuva for forte demais - Se não der para ver as bordas da estrada ou o carro que anda à sua frente, paciência. Ache um lugar seguro, estacione e espere o tempo melhorar.
Ônibus e caminhões - Muito cuidado ao chegar perto deles. Esse veículos costumam levantar uma nuvem d'água capaz de tirar totalmente a visão de quem passa ao seu lado. Evite ultrapassá-los. Se não for possível, passe o mais rápido que as condições permitirem.
Vidros embaçados - Se a visibilidade na chuva já é crítica, evite piorá-la com vidros embaçados. Se seu carro tiver ar-condicionado, ligue. Outra alternativa é o sistema de ventilação e o de aquecimento. É melhor passar alguns minutos de calor, dirigindo o fluxo de ar para o pára-brisa, do que andar em "vôo cego". Use, também, o desembaçador do vidro traseiro - muita gente nem sabe que seu carro dispõe desse equipamento.
Se o pior acontecer - Se seu carro hidroplanar, isto é, não reagir à mudança de direção no volante ou continuar a andar na mesma velocidade quando você pisar no freio, alivie o pedal e tente manter o volante reto.
Só tente frear, acelerar ou mover o volante quando sentir que o carro voltou a ganhar tração. Se precisar frear no meio d'água e seu carro não tiver ABS, pise no pedal de leve e alivie a pressão assim que sentir qualquer deslizamento.



Fonte - http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?file=ajuda&id=14

Saiba como escolher o pneu correto para o seu caminhão

 Modelos estão cada vez mais específicos para cada tipo de operação.


Sabe-se que os pneus estão entre os principais gastos com a manutenção de caminhões, afinal, são eles os responsáveis por sustentar todo o peso da carga além de tracionar o veículo com segurança. Com elevados valores por unidade, fazer a escolha certa é fundamental para manter o rendimento e a lucratividade do veículo – só um modelo adequado ao tipo de operação garantirá o retorno financeiro.

O primeiro passo para uma escolha correta é utilizar o tamanho recomendado pelo fabricante do caminhão, informado no manual do proprietário. As montadoras e as empresas produtoras de pneus realizam testes constantes, sempre buscando o melhor equilíbrio do veículo, portanto é importante seguir as recomendações. Utilizar pneus ou rodas diferentes altera a harmonia do caminhão, que passa a gastar equipamentos e pneus de forma errada e desigual.
O tipo de aplicação é determinante na escolha do modelo de banda de rolagem mais adequado ao transporte de cargas. A banda é parte do pneu que fica em contato direto com o solo, com desenhos específicos para cada tipo de uso. De acordo com Rogério Urbini, engenheiro de pós-vendas da MAN Latin America, "certas características da operação do veículo são fundamentais, como a geografia do local e o tipo de pavimento".
Dependendo do tipo de estrada, velocidade média e função do veículo, determinado modelo de banda é mais adequada. Entre os tipos estão o rodoviário, regional, urbano, misto e fora de estrada. Urbini dá um exemplo: "na aplicação de mineração, que é considerada severa, além da carga ser sempre elevada, a geografia e o pavimento fazem com que a escolha dos pneus seja tipo off-road. Já na aplicação dos coletores de resíduos (caminhões de lixo), que rodam parte carregados e parte vazios e tanto em vias regulares como irregulares, além de pavimentação com brita, próximo aos lixões, o pneu mais indicado é o de uso misto".
Outro ponto importante a ser observado é a correta distribuição dos pneus com o objetivo de manter o equilíbrio do caminhão. José Carlos Quadrelli, gerente-geral de engenharia de vendas da Bridgestone, explica que existem modelos com aplicação geral em todas as posições (também chamado de All Position), mas também bandas com aplicações específicas para cada eixo (direcionais, tração e carreta). "Por exemplo, pode-se usar pneus All Position nos eixos de tração em ônibus rodoviários, mas para conjuntos cavalo e carreta, que rodam em percursos com grande variação de relevo, seguramente será necessário o uso de pneus de tração no cavalo, para melhor transferência de torque", conta.
O alto preço dos pneus é justificado pela grande capacidade de recapagem. Os modelos de hoje permitem recapagens até que a carcaça seja totalmente inutilizada. Se o veículo estiver bem alinhado, com pneus adequados, a banda de rodagem gasta por igual, mantendo a qualidade da carcaça. Fábio García, gerente de marketing de pneus de caminhões ônibus e recapagem da Goodyear, diz que é preciso respeitar o indicador de desgaste da banda de rodagem, chamado TWI. "Se ele passar do limite – que é de 1,6mm – além de riscos de segurança, ele está suscetível a avarias na carcaça podendo inutilizar o pneu completamente", afirma. Segundo ele, a avaliação da carcaça deve ser feita por um profissional especializado, capaz de determinar se é possível fazer uma nova recapagem.
Cartola - Agência de Conteúdo

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.211.80


Módulo Manutenção

:: Relatórios - Operacionais - Revisão - Adicionado coluna Km percorrida que mostra o quanto foi percorrido entre a km da última revisão realizada para km atual do veículo.





Módulo Abastecimento

:: Relatórios - Operacionais - Abastecimento por Veículo - Incluído filtro de motorista.




:: Movimentos - Abastecimento - Possibilidade de aferir o hodômetro na hora que lançar o abastecimento.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Inovações tecnológicas transformam o setor de transporte


Nem a nova lei da carga horária para os motoristas, nem o aumento nos roubos de carga, nem a falta de mão de obra qualificada. Nada preocupa tanto os transportadores quanto o rendimento. Afinal, um veículo de carga é feito para dar lucro e, se a ciência é capaz de aumentar tal capacidade, torna-se inevitável a aproximação da boleia do caminhão com a área de tecnologia de informação da empresa. Para motoristas de outras épocas pode parecer exagero, mas os resultados justificam.

A segurança foi o grande foco da indústria durante muitos anos, com produtos de monitoramento e rastreamento (via satélite, GPRS e radiofrequência) tomando a frente. Isso fez com que o serviço melhorasse, ficasse cada vez mais acessível e fosse agregando funções de outros segmentos. Uma das grandes tendências, segundo Gustavo Coelho, diretor comercial da Sascar, é a segurança aplicada à forma de dirigir.

Estar seguro no âmbito da segurança pública, com sistemas capazes de monitorar o veículo e rastreá-lo em caso de roubos, tornou-se exigência básica para o grande transportador. Para ir além, algumas empresas estão lançando produtos capazes de realizar um controle da forma como cada motorista conduz. Ao entrar na cabine, um sensor biométrico identifica o condutor, e o sistema passa a gerar relatórios com dados de direção como trocas de marcha, freadas, velocidade e controle de aceleração, entre outros.

A intenção principal é reduzir acidentes, mas agrega valor ao serviço o fato de que um bom condutor economiza na manutenção do veículo e nos gastos com combustível, trazendo maiores rendimentos. Com os dados apurados, é possível premiar os melhores motoristas ou educar quem possui maus hábitos. “É importante trazer um padrão de excelência para a transportadora. Criando regras de acordo com a experiência da empresa, os motoristas ficarão mais responsáveis e muito provavelmente isso irá contribuir em outros aspectos, como reduzir os roubos de carga, por exemplo”, explica Coelho.
As inovações aplicadas ao transporte têm um paralelo com as da tecnologia de informação, informa o diretor de Engenharia e Tecnologia da Zatix, Cileneu Nunes. Segundo ele, a tendência é a integração em um só aparelho de funções como telemetria, rastreamento, navegador GPS, controle de jornada do motorista e tacógrafo, entre outros. "O grande desafio é atender com flexibilidade a toda essa demanda com uma maior integração das informações em um só sistema que possa dar informações precisas de toda a operação", afirma Nunes.


Cartola - Agência de Conteúdo

Estradas ruins custam às empresas brasileiras 13% da receita


estradas-br-custam-13-receita
Estradas ruins, carga e descarga em centros urbanos e falta de ferrovias custam às empresas brasileiras 13% de suas receitas brutas. Em pesquisa inédita, a Fundação Dom Cabral, maior escola de negócios do país, analisou o peso do chamado “custo logístico” de companhias cujas cadeias dependem do transporte de bens.
O transporte de longa distância é o que pesa no fim do mês, responsável por 38% do total, segundo apontaram as 126 empresas ouvidas, que representam 20% do PIB. O item engloba a manutenção de caminhões e reposição de pneus, um desdobramento das estradas ruins, e custo de combustível. O setor que mais sofre é o agropecuário, seguido do de construção.
Os gastos com infraestrutura não são restritos às empresas, mas elevam os preços ao consumidor e minam a capacidade de a empresa investir, diz Paulo Rezende, coordenador do núcleo de Infraestrutura e Logística da FDC. “Alguém tem que pagar a conta”, afirma. Em um primeiro momento, são os consumidores que pagam quando as as empresas podem repassar os custos.
Quando não podem, são obrigadas a diminuir a margem operacional e a cortar investimentos. Já as que não suportam o estrangulamento na operação transferem o custo para os produtores. Apesar dos desdobramentos, o custo logístico não pode ser zerado. A questão levantada é quanto dele se deve a uma infraestrutura ruim. Para chegar à resposta, a FDC comparou a situação brasileira com a dos EUA, um país igualmente continental e com boa infraestrutura.
Enquanto no Brasil, a cada R$ 100 faturado, R$ 13,10 são custo logístico, nos EUA, são R$ 7,50. A diferença entre um e outro é a “ineficiência da logística brasileira”, diz Rezende. “Os produtos do país já partem R$ 5,60 mais caros que os americanos.”
A FDC calculou que o custo logístico representa 12% do PIB. A diferença entre esse nível e os 8% do PIB americano gastos com logística custa ao Brasil US$ 83,2 bilhões.

“Da porteira para dentro, a indústria brasileira moderniza e investe.
Na hora que vai transportar, muitos dos ganhos são perdidos.”

Depois dos gastos com estradas ruins, o custo de armazenagem e de distribuição urbana são os que mais pesam.
Para reduzir os custos, 70,7% das empresas citaram como solução melhores ferrovias e que integrem-se a outros meios de transporte.
O alinhamento entre a demanda de empresários e a iniciativa do governo de privatizar ferrovias e estradas anunciada em agosto são “coisa rara”, afirma Rezende. Mas representa um avanço. O pacote prevê dobrar a extensão das rodovias e das ferrovias nos próximos cinco anos, a um custo de R$ 80 bilhões.
Fonte: Folha de S. Paulo

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Reforma de pneus passa a ter certificação obrigatória do Inmetro


As empresas reformadoras de pneus estão obrigadas, desde o último dia 19 de novembro, atender a Portaria Inmetro n 444, de 19 de novembro de 2010, que estabelece “Requisitos de Avaliação da Conformidade para o Serviço de Reforma de Pneus”.
Na prática, significa que os reformadores passam a ter critérios únicos de qualificação da prestação de serviço, que envolvem desde o enquadramento nas leis estaduais e municipais, com aprovação de planta, alvará de funcionamento e do corpo de bombeiros, até a parte de testes dos pneus.
Pela Portaria, a companhia deverá encaminhar uma amostra de pneu para um laboratório, que fará a análise técnica. Após os testes, que duram 48 horas, a empresa recebe um número do Inmetro que vale por 24 meses.
No entanto, no oitavo e no décimo sexto mês, a empresa precisa passar por uma nova auditoria, assim com por uma nova bateria de testes de manutenção, para que o Certificado seja mantido.
Para o Diretor Executivo do Sindibor/Aresp (Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo/ Associação das Empresas Reformadoras de Pneus do estado de São Paulo), Ademar Araújo Queiroz do Valle, a entrada em vigor da Portaria é um marco para a atividade, pois vem sendo pleiteada pelas entidades que atuam no segmento de reforma.
Apesar do momento de comemoração, existe uma preocupação com a divulgação do fato aos consumidores. “O consumidor não teve informação clara e isso é fundamental para que ele exija do seu fornecedor que a reforma dos pneus atenda o que determina a lei”, comenta o ex-presidente da Aresp, Ademir Serafim.
Para Serafim, apenas 30% das empresas reformadoras se adequaram ao que determina a Portaria. Na visão dele, falta uma consciência de que essa é uma atividade que precisa atender aos critérios de segurança.
Para o atual presidente da Aresp, Alexandre Moreira, o brasileiro ainda deixa tudo para a última hora, depois entra em desespero. “Acho que em dois ou três meses o número de empresas Certificadas deve dobrar. Nosso desafio agora é levar a informação aos transportadores e demais consumidores de pneus reformados”.

Fonte: cntdespoluir.org.br

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.210.79


Módulo Veículos

:: Movimentos - Hodômetro/Horímetro - Possibilidade de incluir o hodômetro do veículo não tracionado sem vínculo com movimentação.



Caso o usuário tente lançar Aferição Avulsa para um veículo o sistema irá informar que tal status só pode ser utilizado por Equipamento, conforme imagem:


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Frota – Novas Funcionalidades Versão 1.209.78



Módulo Administração

:: Utilitários – Configuração –Abastecimento - Possibilidade de Informar a quantidade de anti-poluente no abastecimento de veículo.


Módulo Abastecimento

:: Movimentos - Abastecimento - Incluído a possibilidade de lançar a quantidade de anti-poluente.


:: Relatórios-Gerenciais-Global Km Rodado.


Módulo Manutenção

:: Movimentos - Complemento de Óleo Lubrificante – Lubrificante/Fluido: Anti-Poluente.


:: Relatórios Operacionais – Complemento de Óleo Lubrificante.


Módulo Veículos

:: Relatórios Cadastrais - Veículo (inclusão de driver).











quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Conheça os benefícios da Ressulcagem


Saiba quais os objetivos da ressulcagem e os cuidados que você deve ter ao ressulcar os pneus

A Ressulcagem é a operação que visa aprofundar os sulcos originais dos pneus já usados. Este serviço mantém uma camada de borracha para proteger as lonas de trabalho existentes abaixo da banda de rodagem, contra agressões e choques, preservando assim a carcaça.
A ressulcagem tem como objetivo:
1. Aumentar em até 25% o rendimento quilométrico na 1ª vida do pneu;
2. Recuperar o nível de aderência do pneu no final da 1ª vida, principalmente em solo molhado, aumentando a segurança;
3. Aproveitar o período em que a resistência à rodagem é a mais baixa possível reduzindo o consumo de combustível.

Cuidados ao realizar a ressulcagem dos pneus
Ao realizar o processo de ressulcagem, lembre-se sempre de prever a manutenção dos testemunhos de desgaste (TWI), evitando passar a lâmina nos indicadores originais.
Após a ressulcagem do pneu, reduzir a altura dos indicadores originais, deixando-os com 1,6mm em relação ao fundo da escultura.
Isto evitará problemas com fiscalização, já que os indicadores de desgaste são obrigatórios por lei, para qualquer pneu, em qualquer fase de sua vida.

Fonte: http://www.michelin.com.br/transportes-profissionais-otr/tudo-sobre-caminhoes-e-onibus/mais-info/5-passos-para-fazer-a-ressulcagem-dos-pneus.html

Mantenha o Alinhamento correto dos pneus


Com esta simples manutenção, você economiza dinheiro e aumenta sua rentabilidade

O balanceamento é o equilíbrio de massas distribuído ao longo dos 360º do conjunto Roda + pneu. Quando há maior concentração de massa em uma parte desse conjunto, gera-se um desequilíbrio no mesmo. É por este motivo que há a sensação de trepidação no volante.
Os benefícios do balanceamento para seu bolso
Quando o conjunto (pneu + roda) do seu ônibus ou caminhão está devidamente balanceados, o desgaste é mais homogêneo na banda de rodagem e, consequentemente, há um aumento da vida útil dos pneus, rolamentos e demais itens da suspensão.
A importância de fazer balanceamentos frequentemente
É mais comum perceber que o veículo está desbalanceado quando o problema ocorre no eixo da frente. Porém, dificilmente percebem-se as vibrações ou trepidações ( no volante ) quando os pneus do eixo traseiro estão desbalanceados.
Por este motivo é importante sempre balancear todos os conjuntos ( pneus + rodas) e fazer manutenções frequentes.
Fonte:http://www.michelin.com.br/transportes-profissionais-otr/tudo-sobre-caminhoes-e-onibus/mais-info/Mantenha-o-alinhamento-correto-dos-pneus.html

4 Boas razões para ficar de olho no Alinhamento.

Saiba a importância de manter os pneus de sua frota sempre bem alinhados.


O alinhamento dos pneus tem a função de manter as rodas do veículo o mais paralelo possível, sem irregularidades entre os ângulos de um mesmo eixo ou entre os diferentes eixos. Isso evita desgastes anormais rápidos, que comprometem a durabilidade dos pneus.
Benefícios de alinhar os pneus do caminhão ou ônibus
1. Aumento da vida útil e preservação da integridade estrutural do pneu;
2. Menor resistência à rodagem;
3. Aumento da vida útil dos vários componentes de suspensão;
4. Possibilidade de fazer ressulcagem; 
Alinhamento e balanceamento andam de mãos dadas
Sempre que você for checar o alinhamento do seu veículo, é muito importante que também faça o serviço debalanceamento dos pneus.
Fonte: http://www.michelin.com.br/transportes-profissionais-otr/tudo-sobre-caminhoes-e-onibus/mais-info/Alinhamento-certo-aumenta-a-durabilidade-dos-pneus.html



Fatores que impactam no consumo de Combustível.

O pneu precisa ser flexível para proporcionar conforto e aderência, por isso, durante a rodagem ele se deforma em contato com o solo, aquecendo e consumindo energia, portanto combustível. Para voltar à sua forma inicial após cada deformação, o pneu necessita de energia, sendo que parte dela é perdida em forma de calor. Essa perda de energia é chamada de resistência à rodagem, e esta é responsável por 33% do consumo de combustível de um veículo de carga e passageiro. Portanto no caso do pneu de carga e passageiro, para reduzir o consumo de combustível é preciso reduzir a “resistência à rodagem”.

Podemos concluir que: pneus,resistência à rodagem e consumo de combustível estão diretamente ligados.






São importantes os serviços para redução da resistência à rodagem (+ Economia de combustível):
  • Manutenção e calibragem dos pneus;
  • Ressulcagem;
  • Recapagem;
     ;
  • Manutenção da Geometria do Veículo.
Fonte: 
http://www.michelin.com.br/transportes-profissionais-otr/tudo-sobre-caminhoes-e-onibus/mais-info/Reduza-a-resistencia-a-rodagem-e-o-consumo-de-combustivel.html

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Funilaria e Pintura de mãos dadas com práticas sustentáveis - Parte 4


Coleta de sobras

Quando se trata de resíduos não recuperáveis, a medida mais ecologicamente correta a tomar-se é contar com empresas especializadas na coleta desses materiais e posterior aproveitamento ou descarte responsável.
Processo
Certo
Errado
Processo de soldagem Mig/Mag.Limpar bem a chapa a ser soldada para evitar vapores tóxicos.Realizar a soldagem em superfície impregnada de graxa ou solvente.
Descarte de materiais não contaminados (vidros, plástico).Envio à reciclagem.Descarte impróprio.
Solvente utilizado na repintura.Reciclagem com o uso do reciclador de solventes.Descarte do solvente contaminado diretamente na rede de esgotos ou meio ambiente.
Lavagem de pistolas de pintura.Utilização de um lavador de pistolas.Lançar resíduos diretamente na rede comum de esgotos.
Aplicação de fundos e tintas.Utilização de cabine de pintura e plano aspirante com filtros adequados.Não utilização de cabine e plano aspirante, acarretando a emissão de material particulado.
Lixamento.Lixamento a seco.Lixamento a água.
Remoção do sistema de ar-condicionado (condensador).Utilização de um reciclador de gases.Abertura da válvula de escape do gás até que ele se esgote.
Lavagem de peças.Utilização da máquina lavadora de peças e produtos adequados.Lavagem das peças com produtos inadequados como óleo diesel e querosene, descartando os resíduos na rede de esgotos.

Funilaria e Pintura de mãos dadas com práticas sustentáveis - Parte 3


Descarte responsável

Sucatas metálicas não contaminadas e outras como vidros e plásticos podem ser enviados para a reciclagem, evitando o descarte impróprio.

Funilaria e Pintura de mãos dadas com práticas sustentáveis - Parte 2


Processos de soldagem Mig/Mag

A funilaria é a parte da oficina cujos processos têm menores chances de agredir o meio ambiente. O maior risco está ligado à soldagem e ao descarte de peças. No que se refere à soldagem, caso a atividade seja realizada em uma superfície impregnada de graxa ou solvente, é possível que sejam produzidos vapores tóxicos. Para evitar, então, que a soldagem seja prejudicial tanto à natureza quanto à saúde do funileiro, basta que o profissional limpe bem a chapa que será soldada, além de utilizar o EPI (Equipamento de Proteção Individual), composto por máscara de solda, luvas, avental, touca, ombreira, proteção para as pernas e protetor auricular.

Funilaria e Pintura de mãos dadas com práticas sustentáveis - Parte 1


Inspeção visual

Desenvolver serviços com atenção às questões ambientais é uma atitude de sustentabilidade que a Guanabara Diesel pratica diariamente em suas instalações. A preocupação com o meio ambiente também se soma a melhores práticas de trabalho visando a garantir um ambiente de trabalho saudável para a saúde do seu funcionário.

Lubrificação dos reguladores automáticos de freio


A lubrificação dos reguladores automáticos de freio, também conhecidos como catracas de freio, deve ser realizada a cada 5 mil quilômetros, quando o veículo for enquadrado em serviço severo (vide manual de manutenção do veículo), tanto nos reguladores dianteiros quanto nos traseiros.
A não lubrificação dos reguladores ocasiona irregularidade no funcionamento dos mesmos e em consequência deficiência na frenagem. Além disso, existe a possibilidade de um desgaste prematuro em outros componentes do sistema de frenagem como: tambores de freio; lonas de freio; talão do pneu etc.
Para garantir o bom funcionamento do sistema de frenagem, deve-se efetuar a manutenção preventiva conforme recomendações dos manuais do veículo.

Manutenção do veículo Substituição do conjunto Coroa e Pinhão.


Quando submetido à utilização severa de carga e percurso acidentado, o conjunto Coroa e Pinhão é exigido ao máximo. Para garantir uma vida útil representativa, as coroas e pinhões de qualidade comprovada Mercedes-Benz passam por um rígido controle de qualidade em 100% das peças fabricadas. Ou seja, “uma a uma”, desde a entrada da matéria-prima até a montagem final, vão formando um legítimo par, o qual não pode ser montado ou substituído separadamente. Eles são usinados e ajustados em conjunto para trabalhar em perfeita sincronia e, por essa razão, ambas as peças possuem a mesma marcação. No caso da coroa, consta ainda uma segunda marcação que determinará, em décimo de milímetros, o afastamento do pinhão em relação à medida básica teórica ou, em outras palavras, serve para determinar a espessura do calço na hora da montagem.
Vale lembrar que, ao substituir um conjunto Coroa e Pinhão, é muito importante verificar as condições dos demais componentes do diferencial. Se for constatado desgaste excessivo da pastilha deslizante, por exemplo, significa que os rolamentos da caixa satélite também estão desgastados além do normal. Na maioria das vezes, torna-se necessária uma nova regulagem da folga entre os dentes da coroa e do pinhão.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Frota - Novas Funcionalidades Versão 1.208.77



Módulo Material
:: Relatórios - Operacionais - Transferências de Itens Entrada de Peça/Item - Adicionado Coluna com a marca do item.


:: Relatórios - Solicitação de Transferência (Listar na grid), coluna estoque Destino conforme grid da movimentação.



Módulo Manutenção
:: Relatório Operacional de Requisições de Peças por Ordem de Serviço, ter a possibilidade de filtrar por posição.




Módulo Pneus
:: Cadastros - Motivos - Incluído campo Classificação.



:: Relatórios - Gerenciais - Análise de Sucata - Incluído agrupamento por classificação no Resumo de Pneus Ressulcados por Motivo.
- Incluído campo KM Média Total por Pneu no Resumo de Pneus Ressulcados por Motivo.
- Incluído novo Resumo de Pneus Ressulcados por Tamanho.



- Opção para filtrar com garantia / sem garantia / todos. 



Módulo Administração
:: Configurações - Vários - Possibilidade de definir sobre modelo de vencimentos quando utilizado o botão Gerar nas Entradas de todos os módulos.




Comprasweb
:: Desenvolvido tempo para expirar a sessão.